Parcerias público-privadas garantem 380 milhões USD ao sector dos transportes angolano

O sector dos transportes angolano arrecadou mais de 380 milhões de dólares, nos últimos três anos, por via das parcerias público-privadas, avançou esta Terça-feira, em Luanda, o titular da pasta, Ricardo Viegas D' Abreu.  O ministro dos Transportes de Angola, que falava à imprensa durante uma mesa-redonda sobre “as parcerias público-privadas (PPPs) no caminho do desenvolvimento socioeconómico…
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Ministro dos Transportes de Angola justifica que a arrecadação resulta dos prémios de concessão, acrescentando que o compromisso de investimento foi na ordem dos 1.5 mil milhões de dólares.
Economia

O sector dos transportes angolano arrecadou mais de 380 milhões de dólares, nos últimos três anos, por via das parcerias público-privadas, avançou esta Terça-feira, em Luanda, o titular da pasta, Ricardo Viegas D’ Abreu. 

O ministro dos Transportes de Angola, que falava à imprensa durante uma mesa-redonda sobre “as parcerias público-privadas (PPPs) no caminho do desenvolvimento socioeconómico sustentável”, justificou que a arrecadação resulta dos prémios de concessão.

Ricardo Viegas D’ Abreu disse igualmente que o Governo arrecadou ainda compromisso de investimento na ordem dos 1.5 mil milhões de dólares, explicado que que estes números vão registar um crescimento, com a assinatura de um acordo de extensão do Corredor do Lobito para Zâmbia, que está avaliado em 5.2 mil milhões de dólares.

“Isso, obviamente, nos dá um posicionamento muito importante aqui na região e para economia global”, assegurou.

Por outro lado, o ministro dos Transportes sublinhou que a nível dos transportes públicos está a ser preparado a alteração de um modelo de funcionamento, assim como o modelo tarifário.

“Portanto, essas são as bases para garantirmos que depois o sector privado se sinta atraído e comprometido na partilha de risco com o sector público”, precisou.

O Ministério, concluiu, definiu as parcerias público-privadas como mecanismo para acelerar o processo das obrigações de investimentos para cobrir 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos 20 anos.

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