850 milhões de consumidores em África

A Promasidor nasceu no continente, serve mais de 30 países e foi criada com o objectivo de trazer aos consumidores produtos alimentares a preços acessíveis para massificar o seu consumo, num mercado que é…gigante. Promasidor, empresa africana de produtos alimentares e bebidas, tem vindo a reforçar a sua posição no continente, com presença em mais…
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Empresa africana de produtos alimentares e bebidas tem vindo a reforçar a sua posição no continente, com presença em mais de 30 países.
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A Promasidor nasceu no continente, serve mais de 30 países e foi criada com o objectivo de trazer aos consumidores produtos alimentares a preços acessíveis para massificar o seu consumo, num mercado que é…gigante.

Promasidor, empresa africana de produtos alimentares e bebidas, tem vindo a reforçar a sua posição no continente, com presença em mais de 30 países e a servir os seus produtos para mais de 850 milhões de consumidores locais.

“Investir em África tem sido, desde 1979, um dos principais objectivos da nossa empresa e te-mos provado isso com o nosso crescimento nos países em que estamos presentes, embora ain-da tenhamos muito de fazer no mercado lusófono. Por enquanto, os principais investimentos situam-se a norte com a Nigéria, Gana e Argélia onde a Promasidor tem operações de larga esca-la”, refere Augusto Cunha, director-geral.

A Nigéria é responsável por mais de 20% dos consumidores para os quais a Promasidor vende, enquanto o Gana tem tido um papel fundamental na distribuição de produtos para vários países vizinhos entre eles Togo, Burkina Faso, Libéria, Serra Leo e Costa do Marfim. 

A pandemia trouxe desafios, mas o foco continua o mesmo, conta Pedro Baptista, director-comercial da Promasidor Angola: “Este paradigma obrigou-nos a adaptar a oferta a um consu-midor que continua a exigir qualidade, mas que tem menos rendimento”. 

Oferecer aos mercados produtos com excelência a preços acessíveis é o core da empresa e, por isso, a estratégia é esta: “Estamos a falar de produtos que estão disponíveis em diferentes pon-tos de venda, fora das grandes superfícies comerciais onde os cidadãos compram agora muito menos”.

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