Universidade de Aveiro em Portugal desenvolve sistema de recenseamento eleitoral automático para São Tomé e Príncipe

A Universidade de Aveiro (UA), localizada em Portugal um dos países da lusofonia, assumiu a responsabilidade tecnológica de um sistema de recenseamento eleitoral automático para São Tomé e Príncipe, informou o estabelecimento de ensino superior público. O projecto, de acordo a instituição, visa modernizar o processo eleitoral, garantir mais transparência e autonomia para aquele país…
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O projecto visa modernizar o processo eleitoral, garantir mais transparência e autonomia para aquele país africano. A iniciativa financiada pela União Europeia, tem como objectivo permitir a São Tomé e Príncipe organizar eleições de forma autónoma, sem dependência externa, diz a instituição.
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A Universidade de Aveiro (UA), localizada em Portugal um dos países da lusofonia, assumiu a responsabilidade tecnológica de um sistema de recenseamento eleitoral automático para São Tomé e Príncipe, informou o estabelecimento de ensino superior público.

O projecto, de acordo a instituição, visa modernizar o processo eleitoral, garantir mais transparência e autonomia para aquele país africano. A iniciativa financiada pela União Europeia, tem como objectivo permitir a São Tomé e Príncipe organizar eleições de forma autónoma, sem dependência externa.

“O novo sistema permitirá actualizar os cadernos eleitorais de forma contínua e segura, através da integração com bases de dados nacionais, como o registo civil”, refere a UA em comunicado.

A UA é responsável pela vertente tecnológica do projecto, incluindo o software de ligação ao sistema de bilhete de identidade. A Universidade está incumbida também de desenvolver uma plataforma online para consulta de mesas de voto e uma aplicação móvel para introdução de resultados eleitorais.

Numa parceria com a Universidade do Minho, que assegura a componente legislativa, a Universidade de Aveiro irá também formar técnicos locais, numa ação que vai começar a 01 de Setembro, sendo considerada “essencial para a sustentabilidade e evolução futura do sistema”.

O programa, segundo a Lusa, é uma resposta às recomendações da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia, após as eleições de 2022, e o sistema deverá estar pronto para as eleições de 2026, tendo sido apresentado à ministra da Justiça são-tomense, Vera Cravid.

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