“Sector financeiro angolano precisa estar preparado para identificar potenciais de disrupção”, director da EY

O sector financeiro angolano precisa estar preparado para identificar os potenciais de disrupção ao contexto bancário, disse esta Terça-feira, 18, em Luanda, à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o director na Ernst e Young (EY) Angola, Consulting Financial Services, João Rueff Tavares. “Devemos estar preparados para tudo que aconteça porque, de facto, o que vem de fora,…
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“Devemos estar preparados para tudo que aconteça porque, de facto, o que vem de fora, do ponto de vista macroeconómico, não está nas nossas mãos, o que temos é saber como agir nessas situações”, realçou João Rueff.
Economia

O sector financeiro angolano precisa estar preparado para identificar os potenciais de disrupção ao contexto bancário, disse esta Terça-feira, 18, em Luanda, à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o director na Ernst e Young (EY) Angola, Consulting Financial Services, João Rueff Tavares.

“Devemos estar preparados para tudo que aconteça porque, de facto, o que vem de fora, do ponto de vista macroeconómico, não está nas nossas mãos, o que temos é saber como agir nessas situações”, realçou João Rueff à margem da 2.ª edição do Forbes África Lusófona Annual Summit.

Sobre a avaliação da qualidade de dados, de acordo com o responsável do EY, o Banco Nacional de Angola (BNA) tem obrigado os bancos de uma forma mais eficiente, organizada e estruturada a primarem pela transparência de todo o report que fazem ao regulador para poderem se basear para definir investimentos.

Segundo João Rueff, o sector financeiro actualmente vive num contexto de desafios e incertezas que limitam, adiam e alteram a educação estratégica de crescimento.

No entanto, revelou que a banca angolana neste momento procura promover a atracção de investimento estrangeiro e qualificado.

“Portanto, todos estes factores de instabilidade que falámos, obviamente, é uma barreira para que isso aconteça”, disse.

Ressaltou que a economia angolana apresenta desafios em comparação com países da SADC, onde a intersecção entre serviços financeiros e telecomunicações, é factor chave.

“Quanto maior for a disponibilização de condições, como o acesso à internet, melhores requisitos os clientes terão de acesso a serviços digitais”, concluiu.

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