O Conselho da União Europeia (UE) decidiu apoiar os esforços para reforçar as capacidades africanas, incluindo a Guiné-Bissau, em matéria de ação antiminas, contribuindo para o objectivo de uma África livre de minas.
Através desta decisão, a UE apoiará os países africanos afectados por minas terrestres antipessoal no reforço dos seus programas nacionais de acção antiminas e na aceleração do progresso rumo ao cumprimento das suas obrigações internacionais.
Com um orçamento de três milhões de euros e uma duração de 36 meses, o projeto será implementado pelo Instituto das Nações Unidas para a Investigação sobre o Desarmamento e deverá beneficiar vários países africanos, incluindo a Guiné-Bissau, a Mauritânia, o Senegal, o Sudão do Sul e o Zimbabué.
O apoio da UE ajudará a desenvolver capacidades nacionais para a desminagem, a promover o desenvolvimento de estratégias de limpeza eficazes e a facilitar a troca de conhecimentos especializados entre os Estados afetados.
A acção, diz a Lusa, contribuirá também para melhorar a segurança, os meios de subsistência e as perspectivas de desenvolvimento das comunidades que vivem em zonas afetadas por minas, bem como para promover a paz e a segurança regionais.





