Volume de cooperação entre Moçambique e Quénia estimado em 70 milhões de dólares

A ministra dos Negócios Estrangeiros moçambicana disse nesta Quarta-feira que o volume de cooperação com o Quénia, estimado em 70 milhões de dólares, está a crescer, prevendo-se reforço das relações no comércio, educação e defesa. “Notamos que há um crescimento da cooperação entre Moçambique e Quénia, de cerca de 70 milhões de dólares em várias áreas. Mas também…
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Ministra dos Negócios Estrangeiros de Moçambique disse haver muitas áreas a serem exploradas nos sectores de comércio, defesa e segurança.
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A ministra dos Negócios Estrangeiros moçambicana disse nesta Quarta-feira que o volume de cooperação com o Quénia, estimado em 70 milhões de dólares, está a crescer, prevendo-se reforço das relações no comércio, educação e defesa.

“Notamos que há um crescimento da cooperação entre Moçambique e Quénia, de cerca de 70 milhões de dólares em várias áreas. Mas também notamos que os acordos que foram assinados tanto em 2018 e em 2023, sobretudo na questão de isenção de vistos para todo o tipo de passaporte, também estão a caminhar bem”, disse a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Maria Lucas, citada pela comunicação social.

A governante falava no Quénia, no âmbito da visita de trabalho do chefe de Estado moçambicano, Daniel Chapo, para reforçar a cooperação bilateral em vários sectores, nomeadamente na economia e na agricultura.

A ministra explicou que, durante a visita, os dois países vão também criar uma equipa técnica para avançar com os acordos assinados pelas partes entre 2018 e 2023, mas que não avançaram.

Maria Lucas. citado pela Lusa, disse também haver muitas áreas a serem exploradas nos sectores de comércio, defesa e segurança, sublinhando que há cinco cadetes moçambicanos em formação no Quénia, além de um aluno de uma academia militar superior.

A governante destacou ainda a cooperação na área da educação, sobretudo superior, sendo que, neste momento, há cinco moçambicanos a frequentarem cursos de mestrado no Quénia, e um cidadão daquele país a frequentar o mesmo nível em Moçambique.

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