Governo de São Tomé e Príncipe quer implementação de reformas que elevem a qualidade do ensino

A ministra da Educação, Cultura, Ciência e Ensino Superior, Isabel Viegas de Abreu, deu posse, neste Sábado, ao novo corpo de gestão da Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP) e das respectivas unidades orgânicas, na sequência da deliberação do Conselho de Ministros que determinou a suspensão da anterior direcção. Segundo o comunicado publicado na…
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Ministra da Educação, Cultura, Ciência e Ensino Superior deu posse ao novo corpo de gestão da Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP) e das respectivas unidades orgânicas, na sequência da deliberação do Conselho de Ministros.
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A ministra da Educação, Cultura, Ciência e Ensino Superior, Isabel Viegas de Abreu, deu posse, neste Sábado, ao novo corpo de gestão da Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP) e das respectivas unidades orgânicas, na sequência da deliberação do Conselho de Ministros que determinou a suspensão da anterior direcção.

Segundo o comunicado publicado na página do Facebook do Ministério da Educação, Cultura, Ciência e Ensino Superior, o acto insere-se nas medidas adoptadas pelo Governo para assegurar a continuidade do funcionamento da instituição, reforçar a estabilidade interna e garantir uma gestão mais eficaz e alinhada com os desafios do ensino superior no país.

A ministra sublinhou que a nova equipa tem como missão promover uma governação assente na transparência, no diálogo e na responsabilidade institucional, bem como criar condições para a implementação de reformas que elevem a qualidade do ensino, da investigação e dos serviços prestados pela universidade.

“Os empossados assumiram o compromisso de exercer as suas funções com rigor e espírito de missão, em estreita articulação com o Ministério da Educação e com toda a comunidade académica, com vista à consolidação e ao fortalecimento da USTP”, lê-se no documento.

O Governo são-tomense suspendeu a reitoria da Universidade de São Tomé e Príncipe justificando que verifica-se que, na USTP, prevalece uma situação de instabilidade institucional prolongada, marcada por conflitos internos, disfunções na governação e dificuldades no funcionamento regular dos seus órgãos há mais de um ano, período durante o qual o Governo esperava que os órgãos internos desse centro de ensino superior pudessem resolver a disfuncionalidade.

O documento foi aprovado na 35ª reunião de Conselho de Ministros, realizada na quinta-feira, e em resposta às reivindicações de um grupo de docentes e não docentes da USTP que ameaçaram entrar em greve a partir de segunda-feira se o Governo não demitisse a reitoria da universidade.

De acordo a deliberação do Conselho de Ministros, “a situação agravou-se em consequência de um persistente desentendimento institucional entre a reitoria e os presidentes das unidades orgânicas, comprometendo a coordenação académica, administrativa e científica da instituição”.

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