O mninistro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, Diamantino Azevedo, encontra-se em missão de trabalho na China, esta Quinta-feira, onde acompanha de perto o processo de construção da plataforma destinada ao Bloco 20, um dos projectos estratégicos para o desenvolvimento do sector petrolífero nacional.
O arranque da fase de produção da FPSO Kaminho está previsto para 2028, com uma produção estimada em 70 mil barris de petróleo por dia. Os trabalhos de conversão da FPSO Kaminho, iniciados em Abril do ano passado, referem-se à transformação de um grande navio-tanque numa Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência de Petróleo.
A infra-estrutura, cuja execução já atingiu 50%, poderá impulsionar a atracção de novos investidores para a bacia onde se insere o projecto.
O governante destacou que o progresso alcançado constitui um sinal positivo para o futuro da exploração petrolífera no país e sublinhou a importância do acompanhamento directo desta fase da construção, reforçando que se trata de um empreendimento crucial para Angola.
Diamantino Azevedo aproveitou a ocasião para agradecer a todos os profissionais envolvidos no projecto, reconhecendo a elevada complexidade tecnológica dos trabalhos em curso.

“Trata-se de um trabalho tremendo, que exige elevado nível de competência e dedicação. A concretização de metade do projecto demonstra o empenho e a capacidade técnica das equipas envolvidas. Quero encorajar todos a continuarem com o mesmo nível de empenho”, referiu.
O ministro Azevedo dirigiu ainda uma mensagem especial aos jovens integrados no projecto, incentivando-os a aproveitarem a oportunidade não apenas para contribuir para o desenvolvimento do país, mas também para adquirirem experiência e competências no sector petrolífero.
Relativamente aos prazos de execução, Diamantino Azevedo reiterou a importância do cumprimento rigoroso do cronograma, sem deixar de apelar a esforços adicionais para, sempre que possível, antecipar a conclusão das obras, tendo destacado que qualquer redução no tempo de execução representará ganhos relevantes para o país e para o sector, apesar de reconhecer os desafios inerentes a projetos desta natureza.
A construção da plataforma rumo ao Bloco 20 insere-se na estratégia do Executivo angolano para reforçar a produção petrolífera, diversificar a economia e consolidar a posição de Angola como um dos principais produtores de petróleo em África.





