A TIS apresentou a 9.ª edição do ADN TIS, programa de estágios criado para aproximar jovens angolanos do mercado de trabalho e desenvolver talento nacional na área das tecnologias de informação.
A edição de 2026, segundo uma nota, integra 30 novos estagiários e marca a expansão do programa para Benguela, Namibe, Malanje e Uíge, para além de Luanda.
Na intervenção de abertura, o secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social, Pedro José Filipe, destacou o contributo da TIS para a formação e integração profissional de jovens recém-formados, sublinhando o papel dos estágios profissionais como instrumento de geração de emprego, desenvolvimento de competências e captação de talento.
A edição de 2026 recebeu 756 inscrições e seleccionou 30 jovens para estágios com foco nas áreas de tecnologia. Desde 2017, o ADN TIS já integrou 165 estagiários e registou uma taxa de contratação de 77% entre 2017 e 2025. O programa combina diagnóstico de potencial, mentoria, integração em equipas, formação técnica e acompanhamento em contexto real de trabalho.
Este ano, a TIS formalizou oito protocolos de cooperação com instituições de ensino médio e superior de diferentes províncias. A empresa assegura alojamento e ajuda de custo aos participantes deslocados, criando condições para que jovens seleccionados fora de Luanda possam integrar o programa.
William de Oliveira, CEO da TIS, afirmou que o ADN TIS nasceu para criar oportunidades e formar talento nacional.
“Todos nós somos profissionais porque alguém nos deu uma oportunidade. A ideia do ADN TIS é dar a estes jovens a oportunidade de se mostrarem ao mercado de trabalho, apresentar suas competências e que vieram para fazer a diferença”, afirmou.
Com a expansão territorial da 9.ª edição, a TIS reforça o ADN TIS como uma plataforma nacional de desenvolvimento de talento jovem, ligando instituições de ensino, empresas e mercado de trabalho numa lógica de formação aplicada, inclusão regional e integração profissional.
Entre os novos estagiários, Catiana Augusto Camollo, finalista do curso técnico médio de Informática no Instituto Politécnico Dom Damião Franklin, afirmou sentir “grande responsabilidade” por integrar o programa.
“Ter no currículo um estágio na TIS dá peso ao meu percurso e pode dar-me mais visibilidade no mercado de emprego”, referiu.
Zacarias Catimba, finalista de Engenharia Informática de Gestão no Instituto Superior Politécnico Jean Piaget de Benguela, destacou a importância da experiência prática.
“Enquanto estudante, vivemos uma realidade. No estágio, vamos ver o mercado de trabalho na prática. Venho representar Benguela e quero absorver tudo o que a TIS tiver para ensinar”, afirmou





