ISPTEC e AmCham-Angola unem-se para reforçar cooperação científica e tecnológica

O Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC) e a Câmara de Comércio Americana em Angola (AmCham-Angola) assinaram, esta Quinta-feira, 16, um protocolo de cooperação que visa reforçar as relações académicas, científicas e tecnológicas entre Angola e os Estados Unidos, com enfoque na investigação, inovação e formação de capital humano. Segundo um comunicado enviado…
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A cooperação entre Angola e os Estados Unidos na área do ensino superior ganhou um novo impulso com a assinatura de um protocolo entre as duas instituições, uma iniciativa que pretende criar pontes para a investigação científica.
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O Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC) e a Câmara de Comércio Americana em Angola (AmCham-Angola) assinaram, esta Quinta-feira, 16, um protocolo de cooperação que visa reforçar as relações académicas, científicas e tecnológicas entre Angola e os Estados Unidos, com enfoque na investigação, inovação e formação de capital humano.

Segundo um comunicado enviado à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, a parceria pretende aproximar o ensino superior angolano das universidades e centros de investigação norte-americanos, criando novas oportunidades de cooperação em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento económico e tecnológico do país.

O acordo foi formalizado pelo Reitor do ISPTEC, João Fernando Manuel, e pelo presidente da AmCham-Angola, Pedro Godinho.

Para João Fernando Manuel, o protocolo representa “o começo de uma era de cooperação com a América”, permitindo ao ISPTEC reforçar a sua projecção internacional e impulsionar iniciativas nas áreas das tecnologias, transição energética, fertilizantes e investigação científica.

O responsável sublinhou ainda que a parceria complementa o processo de internacionalização da instituição, juntando-se a colaborações já estabelecidas, como a desenvolvida com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), e criando condições para novas ligações com universidades e centros de investigação dos Estados Unidos.

Do lado da AmCham-Angola, Pedro Godinho considerou que a assinatura do protocolo materializa um objectivo há muito perseguido pela organização. Na sua perspectiva, o desenvolvimento sustentável de Angola depende de um investimento consistente na educação, na ciência e na qualificação dos seus recursos humanos.

Nesse âmbito, revelou que a Câmara já estabeleceu contactos com instituições como a University of Pennsylvania, a Carnegie Mellon University e o Rose-Hulman Institute of Technology, encontrando-se igualmente a trabalhar para trazer a Liberty University para Angola.

A cooperação deverá traduzir-se no desenvolvimento de projectos nas áreas da robótica, fabrico de drones e tecnologias aplicadas aos sectores petrolífero, mineiro e agrícola, domínios que poderão contribuir para aumentar a capacidade de inovação da economia nacional.

Pedro Godinho defendeu igualmente que o ISPTEC, em articulação com o recém-inaugurado Parque de Ciência e Tecnologia de Luanda (Luanda TEC), reúne as condições necessárias para acolher iniciativas desta natureza, reafirmando o compromisso da AmCham-Angola em promover acções que reforcem a qualificação da juventude e acelerem o desenvolvimento científico e tecnológico do país.

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