Programa de Privatizações rende mais de mil milhões kz a Angola

O Governo o angolano, através do Programa de Privatizações (PROPRIV), arrecadou, até ao momento, mais de mil milhões de kwanzas com a alienação de activos do Estado, no período de 2023 a 2026. A informação foi avançada pelo Presidente do Conselho de Administração do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), Álvaro…
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PCA do IGAPE diz que dos 130 activos previstos no PROPRIV, 121 já foram privatizados, contribuindo para a dinamização da actividade económica e para a criação de mais de sete mil empregos directos.
Economia Negócios

O Governo o angolano, através do Programa de Privatizações (PROPRIV), arrecadou, até ao momento, mais de mil milhões de kwanzas com a alienação de activos do Estado, no período de 2023 a 2026.

A informação foi avançada pelo Presidente do Conselho de Administração do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), Álvaro Fernão, à margem da Reunião da Comissão Nacional Interministerial para a Implementação do PROPRIV, orientada pelo Ministro de Estado para a Coordenação Económica, durante a qual foi apresentado o balanço dos resultados alcançados pelo programa.

Na ocasião, o PCA revelou que, dos 130 activos previstos no PROPRIV, 121 já foram privatizados, contribuindo para a dinamização da actividade económica e para a criação de mais de sete mil empregos directos.

Segundo Álvaro Fernão, estes resultados reflectem o compromisso do Estado com a melhoria da gestão dos activos públicos, o reforço da participação do sector privado na economia e a criação de condições para o aumento da eficiência e da produtividade.

 Actualmente, disse, regista-se um incumprimento contratual na ordem dos 12 por cento, pelo que a Comissão está a trabalhar na revisão dos contratos a fim de, nas próximas semanas, reduzir esta taxa de incumprimento para menos de 3%.

“Teremos que levar aos reguladores para aprovação e não podemos ainda divulgar, mas brevemente teremos essa informação divulgada a todos os investidores e garantir que todo o mundo tenha a mesma informação ao mesmo tempo”, destacou.

 

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