Horta Inta-a destaca paz e unidade nacional no 53.º aniversário da independência da Guiné-Bissau

O Presidente de transição da Guiné-Bissau, general Horta Inta-a, destacou a preservação da paz, da unidade nacional e da estabilidade como elementos fundamentais para o futuro do país, durante a mensagem proferida por ocasião do 53.º aniversário da proclamação da independência nacional, assinalado a 24 de Setembro. Na intervenção, o Presidente de transição começou por…
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Na intervenção, o Presidente de transição começou por evocar o percurso histórico da luta de libertação nacional e o contributo dos homens e mulheres que participaram no processo que conduziu à independência da Guiné-Bissau.
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O Presidente de transição da Guiné-Bissau, general Horta Inta-a, destacou a preservação da paz, da unidade nacional e da estabilidade como elementos fundamentais para o futuro do país, durante a mensagem proferida por ocasião do 53.º aniversário da proclamação da independência nacional, assinalado a 24 de Setembro.

Na intervenção, o Presidente de transição começou por evocar o percurso histórico da luta de libertação nacional e o contributo dos homens e mulheres que participaram no processo que conduziu à independência da Guiné-Bissau.

A luta de libertação, desenvolvida entre 1963 e 1974, foi recordada como um período marcado por grandes sacrifícios, mobilização e determinação de milhares de guineenses que se envolveram na causa da independência.

Horta Inta-a prestou homenagem aos combatentes da liberdade da pátria, sublinhando a importância de preservar a memória daqueles que deram o seu contributo para a construção do Estado guineense.

O Presidente de transição destacou que os sacrifícios realizados durante a luta de libertação constituem um legado para as gerações actuais e futuras, que têm a responsabilidade de preservar os valores associados à independência nacional.

Entre esses valores, a paz e a unidade nacional assumem particular importância, sobretudo num contexto em que o país procura consolidar a estabilidade e garantir condições para o desenvolvimento económico e social.

A mensagem presidencial apelou, neste sentido, à valorização da paz como uma conquista que deve ser protegida por todos os sectores da sociedade guineense. A rejeição da violência, o diálogo e a convivência entre os cidadãos foram apresentados como factores necessários para assegurar a estabilidade do país.

Horta Inta-a defendeu igualmente a necessidade de reforçar a unidade nacional, considerando que a construção do futuro da Guiné-Bissau exige a convergência dos cidadãos em torno de objectivos comuns.

A intervenção destacou ainda a dimensão internacional da luta pela independência, com referência ao apoio e à solidariedade recebidos de diferentes países e povos considerados irmãos durante o processo de libertação nacional.

Ao recordar esse período, o Presidente de transição realçou a importância de manter viva a memória histórica da independência e de reconhecer o contributo daqueles que participaram na luta pela liberdade e pela soberania nacional.

Paz como prioridade

Na parte dedicada ao presente e ao futuro do país, a preservação da paz surge como uma das principais preocupações da mensagem. Horta Inta-a apelou à continuidade dos processos políticos de forma pacífica e à criação de condições para que a Guiné-Bissau possa avançar com estabilidade.

O Presidente de transição referiu-se também aos próximos desafios políticos do país, num momento em que a Guiné-Bissau se prepara para novos processos eleitorais e para uma nova etapa da sua vida política.

Neste contexto, a estabilidade das instituições e o respeito pelos processos políticos foram apresentados como elementos importantes para evitar novos períodos de tensão e assegurar uma transição pacífica.

A mensagem deixou igualmente um apelo à responsabilidade dos diferentes actores nacionais, defendendo uma abordagem baseada no diálogo e na procura de soluções para os desafios do país.

Para o chefe de Estado de transição, o futuro da Guiné-Bissau deve ser construído sem recurso à violência e com uma aposta permanente na paz, na unidade e na estabilidade.

A defesa da paz foi associada também às perspectivas de desenvolvimento do país. A consolidação de um ambiente estável é considerada essencial para permitir que a Guiné-Bissau avance na implementação das suas políticas públicas e responda às necessidades da população.

Memória dos combatentes

A homenagem aos combatentes da liberdade da pátria ocupou igualmente um lugar central na mensagem. Horta Inta-a recordou aqueles que participaram na luta de libertação e destacou os sacrifícios feitos em diferentes frentes durante o processo que conduziu à independência.

A referência aos combatentes serviu para estabelecer uma ligação entre a história da independência e os desafios actuais, com a defesa de que as novas gerações devem conhecer e preservar o legado deixado pelos protagonistas da luta de libertação.

O Presidente de transição evocou ainda a necessidade de valorizar a história nacional e de manter viva a memória daqueles que contribuíram para que a Guiné-Bissau alcançasse a independência.

A celebração dos 53 anos da proclamação da independência tornou-se, assim, num momento de homenagem histórica, mas também de reflexão sobre o presente e o futuro do país.

Um futuro baseado no diálogo

Na sua mensagem, Horta Inta-a reforçou a ideia de que a construção de um futuro comum exige a participação de todos e a rejeição de comportamentos que possam colocar em causa a paz e a estabilidade.

O apelo à paz ganha particular relevância num país que atravessou diferentes períodos de instabilidade política desde a proclamação da independência. A defesa do diálogo e da unidade nacional surge, por isso, como uma das mensagens centrais associadas às celebrações.

O Presidente de transição defendeu que os guineenses devem continuar a trabalhar para consolidar a paz e criar condições para um desenvolvimento sustentável, colocando os interesses nacionais acima das diferenças políticas.

Ao recordar os combatentes da liberdade da pátria, Horta Inta-a destacou o valor dos sacrifícios feitos durante a luta de libertação e a responsabilidade das actuais gerações em preservar as conquistas alcançadas.

A celebração dos 53 anos da independência da Guiné-Bissau ficou, deste modo, marcada pela evocação da luta de libertação, pela homenagem aos seus protagonistas e por um apelo à preservação da paz, da unidade nacional e da estabilidade.

A mensagem terminou com uma referência à necessidade de construir um futuro assente na paz e na convivência entre os guineenses, reafirmando a importância de honrar a memória dos combatentes através da consolidação dos valores pelos quais lutaram.

 

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