Guiné-Bissau ‘encaixa’ perto de 40 milhões USD de ajuda do FMI

Um desembolso de perto de 40 milhões de dólares, precisamente 39.400.000 USD, foi o que a República da Guiné-Bissau recebeu dos recursos que o Fundo Monetário Internacional (FMI) activou no início da semana passada para acudir as economias mundiais em dificuldades, anunciou o governo daquele país em comunicado. Os fundos são partes do que o…
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Dinheiro é parte do desembolso geral que a instituição de Bretton Woods distribuiu, na semana passada, aos seus quase 200 países-membros e serve para acudir pressões provocadas pela pandemia.
Economia

Um desembolso de perto de 40 milhões de dólares, precisamente 39.400.000 USD, foi o que a República da Guiné-Bissau recebeu dos recursos que o Fundo Monetário Internacional (FMI) activou no início da semana passada para acudir as economias mundiais em dificuldades, anunciou o governo daquele país em comunicado.

Os fundos são partes do que o organismo de Bretton Woods designou por distribuição geral de Direitos Especiais de Saques (SDR, na sigla em inglês), num rateio global de um total de 650 mil milhões USD, que corresponde a 95,8% do total das quotas do país, de acordo com os critérios definidos pelo FMI.

De acordo com o governo guineense, as verbas serão aplicadas de “forma criteriosa” e vão servir para a “resolução dos problemas prementes da população” local, também gravemente afectada pelas consequências da pandemia da Covid-19, que arrefeceu a actividade económica em todo o mundo.

Na nota oficial emitido pelo gabinete do vice-primeiro-ministro guineense, Soares Sambu, o Executivo não deixou de agradecer à população, aos trabalhadores e aos operadores económicos guineenses “pelos sacrifícios consentidos”, em resultado das acções em curso com vista ao restabelecimento dos equilíbrios macroeconómicos do país.

O comunicado enaltece ainda o facto de o Governo ter privilegiado, desde que entrou em funções em Março de 2020, a retoma da cooperação com as instituições financeiras internacionais, nomeadamente com o FMI, que agora volta a considerar a Guiné-Bissau elegível para apoios.

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