O secretário-geral adjunto do Fórum Macau, Paulo Espírito Santo, lamentou, esta semana, o facto de os cidadãos da África lusófona terem sido excluídos da lista de países cujas nacionalidades é permitida a entrada naquele território desde o início do mês.
Paulo Espírito Santo sublinhou que a não inclusão na lista dos países africanos lusófonos não beneficia a cooperação, até porque, alegou, estes Estados têm a pandemia sob controlo.
De acordo com a Lusa, desde 01 de Setembro que é permitida a entrada de cidadãos de 41 países em Macau, incluindo o Brasil, ainda que obrigados a cumprir uma quarentena.
O secretário-geral adjunto do Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades de São Tomé e príncipe apelou ainda às autoridades de Macau para reverem a decisão “para se ir ao encontro da mais elementar justiça”.
A seu ver, é preciso continuar a atrair novos negócios diferenciados de base lusófona e atrair investidores lusófonos.





