Consórcio Galp e Shell confirma existência de petróleo em São Tomé e Príncipe

O consórcio Galp e Shell confirmou a existência de um sistema petrolífero activo em São Tomé e Príncipe, mas sem evidência de que tenha um potencial recuperável suficientemente grande para ser comercial, prometendo continuar a avaliar os resultados. A informação foi avançada pela Agência Nacional do Petróleo de São Tomé e Príncipe (ANP–STP), após “a…
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A informação foi avançada pela Agência Nacional do Petróleo de São Tomé e Príncipe, após “a conclusão com segurança” das operações de prospeção do poço denominado “Jaca” no Bloco 6 da ZEE.
Economia

O consórcio Galp e Shell confirmou a existência de um sistema petrolífero activo em São Tomé e Príncipe, mas sem evidência de que tenha um potencial recuperável suficientemente grande para ser comercial, prometendo continuar a avaliar os resultados.

A informação foi avançada pela Agência Nacional do Petróleo de São Tomé e Príncipe (ANP–STP), após “a conclusão com segurança”, em 30 de Julho, das operações de prospeção do poço denominado “Jaca” no bloco seis da zona Económica Exclusiva (ZEE) de São Tomé e Príncipe e operada pelo consórcio Galp STP e a Shell STP.

Segundo a Lusa, este resultado, considerando “um sucesso técnico”, é muito encorajador e o foco agora é continuar a avaliar os novos dados recolhidos do bloco para se poder definir os próximos passos.

A ANT-STP realçou que o “Jaca 1″ é o primeiro poço exploratório no bloco 6 da Zona Económica Exclusiva e foi perfurado pelo navio-sonda Voyager da Maersk. O comunicado indica ainda que o contrato de partilha de produção para o bloco 6 foi assinado em 2015 e encontra-se na Fase II do período de pesquisa.

O consórcio é composto pela Galp STP (operador) com 45% de interesses participativos, Shell STP (45%) e a ANP–STP, em representação do Estado são-tomense, com 10% de interesses participativos.

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