Guiné Equatorial ajuda São Tomé na preparação da cimeira da CPLP

A Guiné Equatorial está a ajudar São Tomé e Príncipe na realização da cimeira da CPLP, que acontece no próximo dia 27, e já tem pessoal técnico e de protocolo no terreno, avançou o embaixador equato-guineense em Lisboa, Tito Mba Ada. "O que o país vizinho e irmão de São Tomé e Príncipe espera é…
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Embaixador equato-guineense em Lisboa, Tito Mba Ada, disse que vão prestar apoio multiforme, logístico, pessoal e até financeiro a São Tomé e Príncipe para realizar a cimeira da CPLP com tranquilida.
Economia

A Guiné Equatorial está a ajudar São Tomé e Príncipe na realização da cimeira da CPLP, que acontece no próximo dia 27, e já tem pessoal técnico e de protocolo no terreno, avançou o embaixador equato-guineense em Lisboa, Tito Mba Ada.

“O que o país vizinho e irmão de São Tomé e Príncipe espera é que a cimeira possa decorrer com toda a normalidade”, disse Tito Mba Ada, numa alusão à situação política vivida recentemente no país que acolhe a XIV Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, que levou na semana passada à demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, que afirmou que Portugal e Angola têm ajudado pouco a Guiné Equatorial, e à nomeação de um novo chefe da diplomacia.

Para garantir que tudo vai correr bem na cimeira, o embaixador Tito Mba Ada referiu que São Tomé conta com todo o apoio dos Estados-membros e da Guiné Equatorial em especial.

Segundo o diplomata, São Tomé e Príncipe conta com o apoio, multiforme, logístico, pessoal e até financeiro, se for preciso, da Guiné Equatorial, para que possa fazer a tarefa com a maior tranquilidade.

“Nós já enviamos 30 técnicos para apoiar a logística, já estão em São Tomé também pessoal do protocolo e de outras áreas também”, reforçou Tito Mba Ada, confirmando que Malabo também vai dar apoio em termos de veículos para eventos dessa natureza, acrescentou.

Mas, para Tito Mbaba, a comunidade também ganha em acolher a Guiné Equatorial nesse grande espaço económico.

“A nossa língua serve para ciência, para negócios, para docência, portanto a Guiné Equatorial recuperou a Língua portuguesa, porque foi a primeira presente no seu território”, comentou o diplomata, citado pela Lusa.

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