1ª edição do Prémio Manuel António da Mota distingue três instituições em Angola

Na sua primeira edição, o “Prémio Manuel António da Mota – Uma vida em Angola” distinguiu três organizações de caris social sem fins lucrativos que se destacaram nos anos 2020, 2021 e 2022, atribuindo a cada uma 50 milhões de kwanzas pelo impacto das suas acções no desenvolvimento sustentável do país. Trata-se da congregação das…
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À semelhança do que acontece em Portugal, há cerca de 14 anos, a Fundação Manuel António da Mota trouxe pela primeira vez em Angola o prémio para distinguir projectos sociais de elevado mérito.
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Na sua primeira edição, o “Prémio Manuel António da Mota – Uma vida em Angola” distinguiu três organizações de caris social sem fins lucrativos que se destacaram nos anos 2020, 2021 e 2022, atribuindo a cada uma 50 milhões de kwanzas pelo impacto das suas acções no desenvolvimento sustentável do país. Trata-se da congregação das Irmãs Maria Imaculada, da Associação Felicidade na Dor – FENADOR e da Associação de Profissionais e Amigos de Combate á Pobreza- APACP.

À congregação das Irmãs Maria Imaculada, da província de Cabinda, que actua no auxílio de mulheres e crianças desfavorecidas, coube o prémio referente ao ano de 2020. Já o prémio de 2021 foi entregue à Associação Felicidade na Dor – FENADOR, instituição humanitária e sem fins lucrativos que trabalha na formação e promoção da dignidade das pessoas com deficiência em Angola, desde 2001, enquanto à Associação de Profissionais e Amigos de Combate à Pobreza – APACP, liderada por Deolinda Bebiana de Almeida, que desde 2002 se bate pela luta contra a pobreza, “com programa e projecto sustentável” virados para capacitar e imponderar pessoas desfavorecidas para a sua autossustentabilidade coube o prémio de 2022.

A cerimónia de outorga da 1ª edição do Prémio Manuel António da Mota – Uma vida em Angola, que se realizou na passada Sexta-feira, 08, numa promoção da Fundação Manuel António da Mota, foi prestigiada com a presença da Primeira-Dama da República de Angola, Ana Dias Lourenço, e do ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, João Cravinho, além de outras figuras de proa da sociedade angolana.

Pelas suas participações em actividades de solidariedade social, com trabalho reconhecidos nas áreas da saúde e da educação em Angola, foram também beneficiadas com 25 milhões de kwanzas a 4As- Associação de Apoio a Albinos de Angola, a Organização Remar de Angola e o Centro de Acolhimento de Meninas Horizonte Azul.

O Grupo Mota-Engil, em parceria com a Fundação Manuel António da Mota, desenvolve a actividade social em África, através do programa designado Mota-Engil African Initiatives.  À semelhança do que acontece, em Portugal, há cerca de 14 anos, este ano a Fundação atribuiu em Angola o prémio para distinguir projectos de elevado mérito e de reconhecimento do papel das organizações não-governamentais, sem fins lucrativos.

A Mota-Engil Angola, uma das principais construtoras do país e uma referência no mercado, tem apostado, cada vez mais, em outras áreas de negócio como as do ambiente, logística e indústria. O seu trabalho junto das comunidades locais e colaboradores, onde opera de forma ininterrupta há mais de 77 anos, é uma prova do seu compromisso.

*Napiri Lufánia

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