UIF comunicou aos órgãos judiciais 290 operações suspeitas em 2023

A Unidade de Informação Financeira (UIF) "disseminou aos órgãos aplicadores da lei", ou seja, SIC e PGR, o total de 292 comunicações de operações suspeitas em 2023.   Destas operações, 269, são descritas no documento como “declarações de operações suspeitas”, três são “declarações de identificação de pessoas designadas”, enquanto 20 comunicações espontâneas nacional e internacional”,…
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Chineses e vietnamitas são os estrangeiros que mais operações suspeitas de branqueamento de capitais em Angola.
Economia

A Unidade de Informação Financeira (UIF) “disseminou aos órgãos aplicadores da lei”, ou seja, SIC e PGR, o total de 292 comunicações de operações suspeitas em 2023.  

Destas operações, 269, são descritas no documento como “declarações de operações suspeitas”, três são “declarações de identificação de pessoas designadas”, enquanto 20 comunicações espontâneas nacional e internacional”, mostra o relatório a que a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA teve acesso.

Acresce a isso que no mesmo ano, a Unidade de Informação Financeira propôs as entidades sujeitas a suspenderem 55 operações, travando a movimentação de cerca de 20,5 milhões de dólares.

Os vietnamitas são os cidadãos estrangeiros que mais envolvidos em operações de branqueamento de capitais em 2023. Foram 53 os vietnamitas envolvidos nestas operações, seguidos dos chineses que foram 40, conforme os dados.

Os nacionais destes dois países são de tal forma relevantes nas operações suspeitas de branqueamento de capitais, que só ficam mesmo atrás dos angolanos que conforme os dados, chegam aos mais de 270.

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