ONU desembolsa 3 milhões USD a Cabo Verde para melhorar a gestão da biodiversidade

A Organização das Nações Unidas (ONU) vai desembolsar cerca de 3 milhões de dólares a Cabo Verde para melhorar a gestão da biodiversidade, projecto a concretizar inicialmente em duas ilhas, conforme acordo assinado nesta Segunda-feira. O acordo para financiar o Sistema Nacional de Governança e da Biodiversidade foi assinado pela directora Nacional do Ambiente, Ethel…
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Com duração de cinco anos, as actividades vão ser realizadas, numa primeira fase, nos parques naturais das ilhas de Santo Antão e da Boa Vista.
Economia

A Organização das Nações Unidas (ONU) vai desembolsar cerca de 3 milhões de dólares a Cabo Verde para melhorar a gestão da biodiversidade, projecto a concretizar inicialmente em duas ilhas, conforme acordo assinado nesta Segunda-feira.

O acordo para financiar o Sistema Nacional de Governança e da Biodiversidade foi assinado pela directora Nacional do Ambiente, Ethel Rodrigues, e pelo representante das agências das Nações Unidas no arquipélago (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Fundo das Nações Unidas para a População e o Fundo das Nações Unidas para a Infância).

Com duração de cinco anos, as actividades vão ser realizadas, numa primeira fase, nos parques naturais das ilhas de Santo Antão e da Boa Vista.

Gilberto Silva frisou que Cabo Verde já dispõe de um quadro de governança da sua biodiversidade, mas que quer agora reforçar os instrumentos de gestão.

A ideia, prosseguiu, é dar “mais sustentabilidade, mais durabilidade” ao projecto e conseguir “melhores instrumentos” de mobilização e de utilização de financiamentos, para alcançar uma “gestão sustentável” dos recursos naturais vivos em Cabo Verde.

O objectivo é assegurar “que a conservação da biodiversidade possa também contribuir para a melhoria da qualidade do ambiente, do rendimento das famílias e do bem-estar”, referiu o ministro, que espera o envolvimento das comunidades.

O representante das agências das Nações Unidas, David Matern, citado pela Lusa, afirmou que o projecto vai posicionar a biodiversidade como um “recurso basilar” para a resiliência socioeconómica do país.

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