Angola recebe a 2.ª edição do PROCULTURA, financiado em mais de 19 milhões de euros pela União Europeia. O evento, que reúne artistas de Angola, Moçambique, Cabo Verde e Guiné-Bissau, é lançado em Luanda.
O certame internacional de mostras artísticas, nas áreas de música e artes cénicas, cofinanciado pelo Camões Instituto Português e pela Fundação Calouste Gulbenkian, foi lançado em Luanda.
De acordo com a Lusa, treze artistas, selecionados de um grupo de 50 do programa de mobilidade de artistas dos PALOP e Timor-Leste, vão partilhar experiências durante quatro dias, abrangendo dança, teatro, música e cinema.
Cabo Verde é o país mais representado, seguido de Moçambique, Angola e Guiné-Bissau. Maria Amélia Cabral, da Fundação Calouste Gulbenkian, destacou a importância do projecto para a mobilidade dos artistas e o aprimoramento das suas competências.
Ana Ferreira, representante do Camões IP, sublinhou que o PROCULTURA, em vigor até 2025, visa capacitar e subsidiar projetos culturais, impulsionando o setor nos PALOP e Timor-Leste. Entre os representantes angolanos estão Kristall África e Renata Torres, apresentando obras como “O Câncer” e “DI BANZELO”. Os espetáculos, de quatro a cinco por dia, terão lugar no espaço Elinga Teatro, com entrada gratuita.
Gerido pelo Camões Instituto Português e cofinanciado pela Fundação Calouste Gulbenkian, o projecto visa impulsionar o sector cultural nos PALOP e Timor-Leste, fortalecendo os laços entre os países lusófonos.





