Angola com falta de universalização no acesso à energia eléctrica e água potável

O ministro da Energia e Águas de Angola, João Baptista Borges, reconheceu, há dias, que o Executivo angolano está consciente que os desafios no sector de energia e água permanecem significativos, sobretudo, no aumento da taxa de cobertura e à universalização do acesso à energia eléctrica e à água potável. O gestor que procedeu à…
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Ao proceder à abertura oficial da cerimónia de lançamento da 2ª Conferência Internacional sobre Energia e Águas, João Baptista Borges disse que o Governo tem desenvolvido um esforço contínuo e consistente ao longo de toda a cadeia de valor da produção.
Economia

O ministro da Energia e Águas de Angola, João Baptista Borges, reconheceu, há dias, que o Executivo angolano está consciente que os desafios no sector de energia e água permanecem significativos, sobretudo, no aumento da taxa de cobertura e à universalização do acesso à energia eléctrica e à água potável.

O gestor que procedeu à abertura oficial da cerimónia de lançamento da 2ª Conferência Internacional sobre Energia e Águas, disse que o Governo tem desenvolvido um esforço contínuo e consistente ao longo de toda a cadeia de valor da produção, transporte e distribuição, com investimentos significativos em infra-estruturas estruturantes.

Segundo o governante, todos estes esforços se traduzem na ampliação da capacidade instalada, na modernização da rede e no alargamento do acesso à energia eléctrica em todo o território nacional.

“Paralelamente, no sector das águas, têm sido implementados projectos de grande impacto, com destaque para a construção, reabilitação e expansão do sistema de abastecimento de água potável e de saneamento de águas residuais, visando responder às necessidades crescentes da população e promover melhores condições de saúde pública e dignidade social”, garantiu.

De acordo com o titular da pasta, a 2ª Conferência Internacional sobre Energia e Águas vai debater os principais desafios e oportunidades dos sectores da Energia e Águas, promover soluções inovadoras e sustentáveis, incentivar a adopção de novas tecnologias e fomentar parcerias estratégicas entre o sector público, privado e o meio académico.

A programação, acrescentou, inclui sessões plenárias de alto nível, mesas-redondas temáticas, sessões técnicas para apresentação de estudos e projectos, bem como momentos de networking orientados para a captação de investimentos.

O gestor revelou que o evento vai contar com a participação de decisores governamentais, especialistas, académicos, investidores e líderes institucionais de Angola, Brasil, China, Estados Unidos da América e Portugal, reforçando a dimensão internacional do encontro e o intercâmbio de experiências e boas práticas.

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