Angola conta com sonda moderna de perfuração onshore

A Dinge Sondagens anunciou, em nota enviada à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, a disponibilidade de uma sonda moderna de perfuração de poços onshore para operadoras de petróleo e gás; em Angola. No comunicado, a empresa considera que a iniciativa, que visa optimizar custos e acelerar os prazos de perfuração, marca "um passo significativo no sector", que…
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Iniciativa da Dinge Sondagens, num investimento avaliado em 6 milhões de dólares, visa optimizar custos e acelerar os prazos de perfuração de poços petrolíferos no país.
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A Dinge Sondagens anunciou, em nota enviada à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, a disponibilidade de uma sonda moderna de perfuração de poços onshore para operadoras de petróleo e gás; em Angola.

No comunicado, a empresa considera que a iniciativa, que visa optimizar custos e acelerar os prazos de perfuração, marca “um passo significativo no sector”, que acaba de licitar, recentemente, 21 blocos petrolíferos em terra no país e que prevê a perfuração de pelo menos 23 poços nos próximos quatro anos.

“Mobilizar uma sonda para a perfuração de poços tornou-se desafiador para os operadores locais, tornando a disponibilidade da sonda uma solução estratégica”, lê-se na nota.

A moderna Sonda HH220, fabricada pela Drillmec s.p.a., indica a nota, representa um investimento da Dinge Sondagens avaliado em 6 milhões de dólares, com recurso a capitais próprios. O referido equipamento está disponível para operadores de blocos petrolíferos em terra desde a última Sexta-feira, 15, dia da sua apresentação oficial.

Uma das vantagens oferecidas pela Dinge Sondagens, aponta o documento, é a capacidade de movimentação eficiente da sonda pelo país. “Por exemplo, o processo de transporte e montagem da sonda de Cabinda para o Soyo leva no máximo 15 dias, contribuindo para a agilidade operacional. Em comparação, movimentar uma sonda do exterior poderia demandar seis meses a um ano”, sublinha.

No comunicado, a Dinge refere ainda que “os operadores de blocos em terra destacado a impossibilidade quase total de mobilizar sondas para a perfuração de apenas um ou dois poços nos dias de hoje”, enfatizando que a presença da sonda da sua sonda no país “representa uma oportunidade para optimização de custos, uma vez que os serviços podem ser pagos em kwanzas, proporcionando maior flexibilidade financeira às operadoras”.

“As condições estão agora criadas para encurtar significativamente os prazos de perfuração, facilitando a transição desde a descoberta à produção nos blocos onshore, onde houver identificação de petróleo ou gás em quantidades comerciais. Esta iniciativa destaca o compromisso da Dinge Sondagens em impulsionar o desenvolvimento sustentável do sector petrolífero em Angola”, afirma a empresa.

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