Guiné-Bissau: A nova fronteira estratégica de investimento na África Ocidental
Nos anos que se seguiram à independência, afirmava-se que, se bem gerida, a Guiné-Bissau poderia tornar-se a “Suíça de África”. A expressão, embora ambiciosa, não era mero entusiasmo patriótico: resultava de uma leitura estratégica das suas condições estruturais — recursos naturais abundantes, posição geográfica atlântica privilegiada e densidade populacional reduzida. Décadas depois, permanece evidente que…
Por
Francisco de Andrade
