BAD aprova 7,9 milhões USD para apoiar recuperação económica de São Tomé e Príncipe

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) aprovou uma subvenção de 7,9 milhões de dólares para apoiar a recuperação económica de São Tomé e Príncipe, anunciou a instituição financeira em comunicado. Este financiamento provém do Mecanismo de Apoio à Transição do BAD e faz parte da segunda fase do Programa de Apoio à Sustentabilidade Orçamental e…
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A aprovação desta segunda fase eleva o financiamento total para 13,2 milhões de dólares, refere o Banco Africano de Desenvolvimento.
Economia

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) aprovou uma subvenção de 7,9 milhões de dólares para apoiar a recuperação económica de São Tomé e Príncipe, anunciou a instituição financeira em comunicado.

Este financiamento provém do Mecanismo de Apoio à Transição do BAD e faz parte da segunda fase do Programa de Apoio à Sustentabilidade Orçamental e à Resiliência Económica do país, somando-se a 5,3 milhões de dólares, aprovada a 1 de Dezembro de 2023, detalhou o banco num comunicado em que anuncia a aprovação.

A aprovação desta segunda fase eleva o financiamento total para 13,2 milhões de dólares, refere o BAD.

O representante do BAD para Angola e São Tomé e Príncipe, Pietro Toigo, citado no comunicado, diz que este “apoio orçamental contribuirá significativamente para colmatar o défice de financiamento do país e para aumentar as reservas de divisas, que se encontram no seu nível mais baixo”.

Toigo acrescenta que a verba “reforçará ainda mais os esforços do Governo para levar a cabo as reformas necessárias para a recuperação económica”.

Segundo o BAD, o programa contribuirá para melhorar o clima empresarial e está alinhado com o Documento de Estratégia de São Tomé e Príncipe para 2024-2029, a estratégia do Banco Africano de Desenvolvimento 2024-2033, e as cinco prioridades estratégicas, conhecidas como ‘High 5s’, onde a instituição financeira destaca os objectivos de “Melhorar a qualidade de vida das pessoas em África” e “Iluminar e Electrificar África”.

O principal obstáculo à recuperação económica de São Tomé e Príncipe, na avaliação deste banco multinacional de desenvolvimento, diz a Lusa, é a insuficiência do abastecimento de energia, “agravada pelo desgaste do equipamento de produção de electricidade a partir de combustíveis fósseis e por uma empresa pública deficitária, que impedem o funcionamento eficaz da economia”.

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