Banco de Desenvolvimento de Moçambique arranca com capital de 444,4 milhões de euros

O Banco de Desenvolvimento de Moçambique vai arrancar com um capital de 444,4 milhões de euros e poderá beneficiar de parte das receitas provenientes do sector extractivo, bem como de até 25% dos investimentos da Segurança Social moçambicana. A estrutura de financiamento da instituição prevê a mobilização de recursos provenientes de diferentes fontes, com destaque…
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O modelo de financiamento e a participação da Segurança Social colocam em evidência a importância de assegurar uma gestão transparente dos recursos, bem como a sustentabilidade dos investimentos e a protecção dos fundos destinados aos beneficiários do sistema social.
Economia

O Banco de Desenvolvimento de Moçambique vai arrancar com um capital de 444,4 milhões de euros e poderá beneficiar de parte das receitas provenientes do sector extractivo, bem como de até 25% dos investimentos da Segurança Social moçambicana.

A estrutura de financiamento da instituição prevê a mobilização de recursos provenientes de diferentes fontes, com destaque para as receitas geradas pela exploração dos recursos naturais e os investimentos do sistema de Segurança Social.

A participação da Segurança Social poderá atingir 25% dos seus investimentos, de acordo com os termos anunciados para o financiamento do banco. A medida enquadra-se na estratégia de mobilização de recursos internos para apoiar projectos de desenvolvimento económico.

O Banco de Desenvolvimento de Moçambique pretende reforçar a capacidade de financiamento da economia nacional, através do apoio a iniciativas e projectos considerados estratégicos para o crescimento do país.

A utilização de receitas do sector extractivo constitui igualmente uma das fontes previstas para sustentar a actividade da instituição, num contexto em que Moçambique procura transformar os recursos naturais em oportunidades de investimento e desenvolvimento.

O modelo de financiamento e a participação da Segurança Social colocam em evidência a importância de assegurar uma gestão transparente dos recursos, bem como a sustentabilidade dos investimentos e a protecção dos fundos destinados aos beneficiários do sistema social.

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