Banda portuguesa INDIGNU estreia-se na Ásia com digressão de cinco concertos na China

A banda portuguesa INDIGNU, formada em Barcelos, prepara-se para se estrear no continente asiático com uma digressão de cinco concertos na China, entre os dias 1 e 7 de Novembro, numa iniciativa que marca uma nova etapa no percurso internacional do grupo, anunciou esta Quarta-feira, 28, o grupo. Organizada pela promotora Infinite Limits, a digressão…
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A estreia está marcada para 01 de Novembro, na sala DDC, em Pequim. O grupo segue depois para Hangzhou, no dia 04, onde actuará no espaço UN!, e para Xangai, a 05 de Novembro, no Yuyintang Music Town. As duas últimas apresentações terão lugar em Cantão, no dia 06, na sala Omni Space, e em Shenzhen, no dia 07, no HOU Live.
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A banda portuguesa INDIGNU, formada em Barcelos, prepara-se para se estrear no continente asiático com uma digressão de cinco concertos na China, entre os dias 1 e 7 de Novembro, numa iniciativa que marca uma nova etapa no percurso internacional do grupo, anunciou esta Quarta-feira, 28, o grupo.

Organizada pela promotora Infinite Limits, a digressão passará por Pequim, Hangzhou, Xangai, Cantão e Shenzhen. Durante as actuações, o quarteto apresentará, pela primeira vez ao vivo, composições inéditas que farão parte do próximo álbum de originais, cujo lançamento está previsto para 2027.

A estreia está marcada para 01 de Novembro, na sala DDC, em Pequim. O grupo segue depois para Hangzhou, no dia 04, onde actuará no espaço UN!, e para Xangai, a 05 de Novembro, no Yuyintang Music Town. As duas últimas apresentações terão lugar em Cantão, no dia 06, na sala Omni Space, e em Shenzhen, no dia 07, no HOU Live.

Em algumas cidades, os músicos portugueses dividirão o palco com bandas locais. Em Hangzhou, actuarão com os Crymeans, enquanto em Xangai partilharão a programação com os AN Corporation. Em Shenzhen, o espectáculo contará também com a participação dos Donald from Tempest.

Formados em 2004, os INDIGNU começaram por explorar influências do rock e do punk de intervenção, com temas cantados em português, antes de desenvolverem uma sonoridade predominantemente instrumental, associada ao pós-rock. A música do grupo distingue-se pela combinação de guitarra, violino, baixo e bateria, criando composições marcadas por ambientes melódicos, variações de intensidade e uma forte dimensão narrativa.

Ao longo de mais de duas décadas de actividade, a banda editou cinco álbuns: Fetus in Fetu (2010), Odyssea (2013), Ophelia (2016), umbra (2018) e adeus (2022). O último trabalho foi lançado pelas editoras independentes dunk!records, da Bélgica, e A Thousand Arms, dos Estados Unidos.

A formação actual integra Afonso Dorido, na guitarra, Graça Carvalho, no violino, Pedro Souza, no baixo, e Ivo Correia, na bateria. O grupo já actuou em festivais nacionais, como Paredes de Coura, Amplifest, Milhões de Festa e Bons Sons, e em eventos internacionais na Bélgica, Noruega e Dinamarca. Colaborou igualmente com artistas portugueses, entre os quais Ana Deus, Manel Cruz e o escritor Valter Hugo Mãe.

A digressão chinesa representa, assim, a primeira passagem dos INDIGNU pela Ásia e uma oportunidade para apresentar a sua música a novos públicos, num momento em que a banda prepara o próximo capítulo da sua discografia.

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