Depois do encontro recente organizado pelo Ministério da Indústria e Comércio, que visou reunir player’s do sector e evidenciar as oportunidades no têxtil do país, a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA questionou o Banco de Comércio e Indústria (BCI) e o Fundo de Garantia de Créditos (FGC) e soube que apesar de todo potencial da industria têxtil angolana, as duas instituições não têm soluções para o segmento.
Não obstante, as duas instituições seguem no mesmo sentido de apontar o têxtil como sendo um segmento relevante para a economia angolana.
“Não temos ainda uma solução específica para o têxtil, mas temos noção da importância deste segmento, e estamos a trabalhar no sentido de virmos a ter, em breve, uma solução para o sector têxtil”, disse em exclusivo a FORBES, o presidente da Comissão Executiva do BCI, Renato de Assunção Borges, que salientou a ideia de que “as PME’s são o motor da economia”.
Já o presidente do Conselho de Administração do FGC disse que olha para o têxtil com os mesmos olhos que tem para o turismo. “O têxtil e turismo são dois segmentos para os quais ainda não temos soluções de garantias específicas, mas eu próprio e a minha equipa, estamos cientes da relevância do segmento”, disse.
O presidente do Conselho de Administração do FGC disse ainda que por agora, o foco é a segurança alimentar, pelo que, é neste segmento onde concentram todas as energias, conforme a estratégia e as orientações do Executivo.





