BDA financiou 489 projectos nas regiões que correspondem ao Corredor do Lobito

Ao longo dos últimos tempos, o Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) financiou 489 projectos na região que correspondem ao Corredor do Lobito, nomeadamente Benguela, Bié, Huambo, Moxico e Moxico Leste, no montante de 239 mil milhões de kwanzas. Os dados foram avançados nesta Sexta-feira, 21, na província do Huambo, pelo presidente da comissão executiva…
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Nas regiões de Benguela, Bié, Huambo, Moxico e Moxico Leste, o presidente da comissão executiva do Banco de Desenvolvimento de Angola avança que foram desponibilizados 239 mil milhões de kwanzas.
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Ao longo dos últimos tempos, o Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) financiou 489 projectos na região que correspondem ao Corredor do Lobito, nomeadamente Benguela, Bié, Huambo, Moxico e Moxico Leste, no montante de 239 mil milhões de kwanzas.

Os dados foram avançados nesta Sexta-feira, 21, na província do Huambo, pelo presidente da comissão executiva do BDA, João Quintas, durante o painel “Facilidades e Financiamento”, analisado no Fórum de Oportunidades de Investimento ao Longo do Corredor do Lobito.

Deste montante, revelou, já foram desembolsados 132 mil milhões de kwanzas.

“Portanto, em todos os sectores da actividade, a província de Benguela tem maior fatia – 127 mil milhões de kwanzas, dos quais tem desembolsado 71 mil milhões de kwanzas”, precisou.

João Quintas disse que há aqui muita oportunidade, além daquilo que já foi feito, e criação de valor para que o financiamento aos empresários seja garantido dentro daquilo que são as condições de liquidez, técnicas e logísticas que o país oferece.

Temos muitos empresários com projectos em carteira na banca e outros que o banco já começou a desembolsar e que estão a seguir o ciclo normal, mas também temos vários constrangimentos.

Um dos grandes constrangimentos, segundo apontou, são as imparidades na carteira de crédito que apresentam muitas dificuldades de serem geridas, mas que enquanto banco, tem que respeitar as leis e regras que existem.

“O quê que está a acontecer? Estamos a reestruturar a carteira de crédito do BDA, nós estamos a chamar aqueles que já tomaram crédito, cuja operações não correram bem, para olharmos para aquilo que são os constrangimentos que existem nos projectos, mas a realidade é que o crédito do banco tem que gerar receitas para que o banco venha emprestar aos outros que também precisam”, detalhou.

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