Angola e Banco Mundial analisam linhas gerais do novo plano de apoio para o próximo quinquénio

Os esforços do Governo angolano na implementação de reformas macroeconómicas e fiscais e na promoção do emprego juvenil estão a impulsionar o fortalecimento da parceria com o Banco Mundial, avançou, recentemente, em Luanda, a directora de Operações do Banco Mundial, Anna Bjerde, em Luanda, no final de uma reunião com o ministro de Estado para…
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Directora de Operações do Banco Mundial sublinha que “os sectores das águas e do agronegócio apresentam elevado potencial para a implementação de modelos partilhados de investimento, que não se limitem apenas a grandes projectos, mas que apoiem pequenos agricultores em várias regiões”.
Economia

Os esforços do Governo angolano na implementação de reformas macroeconómicas e fiscais e na promoção do emprego juvenil estão a impulsionar o fortalecimento da parceria com o Banco Mundial, avançou, recentemente, em Luanda, a directora de Operações do Banco Mundial, Anna Bjerde, em Luanda, no final de uma reunião com o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.

Segundo a responsável, essas iniciativas têm contribuído para o fortalecimento da cooperação entre Angola e o Banco Mundial, criando bases mais sólidas para o crescimento económico e o desenvolvimento sustentável do país.

Relativamente ao encontro, Anna Bjerde disse à imprensa que foram analisadas as linhas gerais do novo plano de apoio do Banco Mundial a Angola para o próximo quinquénio.

“Angola tem estado a trabalhar nas prioridades e essas prioridades têm a ver com a diversificação da economia do país”, disse, acrescentando que o país tem bastante interesse nas parcerias público-privadas.

Anna Bjerde salientou que os sectores das águas e do agronegócio apresentam elevado potencial para a implementação de modelos partilhados de investimento, que não se limitem apenas a grandes projectos, mas que apoiem pequenos agricultores em várias regiões.

A directora ressaltou ainda o papel de Angola na integração regional, ao lado da República Democrática do Congo e da Zâmbia.

Nesse sentido, realçou a importância estratégica do Corredor do Lobito, que deverá ser transformado num corredor económico, para que possa desempenhar um papel mais forte do ponto de vista da implementação de infra-estruturas de apoio aos povos que vivem nas redondezas.

A directora de operações do Banco Mundial efectuou uma visita de trabalho de três dias a Angola, com o objectivo de participar na reunião inaugural de Coordenação de Alto Nível do Corredor do Lobito.

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