Cabo Verde inaugura embaixada e secção consular em São Tomé e Príncipe

O Governo de Cabo Verde inaugurou no passado Sábado, 26 de Agosto, a sua embaixada e secção consular em São Tomé e Príncipe, à margem da deslocação do primeiro-ministro à cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorreu no Domingo na capital são-tomense. “Este passo representa uma clara evolução no serviço consular,…
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Governo cabo-verdiano considera abertura da embaixada e secção consular em STP como evolução no serviço consular, assim como, um marco no fortalecimento das relações bilaterais entre ambas as nações.
Economia

O Governo de Cabo Verde inaugurou no passado Sábado, 26 de Agosto, a sua embaixada e secção consular em São Tomé e Príncipe, à margem da deslocação do primeiro-ministro à cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorreu no Domingo na capital são-tomense.

“Este passo representa uma clara evolução no serviço consular, uma maior aproximação à nossa significativa comunidade de cabo-verdianos e seus descendentes radicados no país e, acima de tudo, um marco no fortalecimento das relações bilaterais entre ambas as nações”, lê-se em comunicado do Governo cabo-verdiano, sobre a representação diplomática já existente naquele país.

O edifício inaugurado – inaugurado pelo Primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva – visa melhorar os serviços, no sentido de responder as demandas dos cidadãos cabo-verdianos residentes em São Tomé e Príncipe. na ocasião, o chefe do Governo cabo-verdiano acrescentou que a inauguração das novas instalações da embaixada de Cabo Verde visa também dotar a representação diplomática de instalações condignas. 

“Este passo seguinte é no sentido de dotarmos Cabo Verde, a sua representação diplomática, de instalações dignas que representam com dignidade os cabo-verdianos e que os representam num país que nos diz muito”, sublinhou.

Segundo Ulisses Correia, o Governo do seu país tem estado a trabalhar, desde 2016, com o objectivo de melhorar a sua política externa. “A nossa política externa africana teria que ter maior presença. E nos países de língua portuguesa demos dois passos decisivos. Temos uma comunidade muito importante aqui em São Tomé”, apontou.

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