Cabo Verde, Guiné-Conacri e Libéria fazem parte da primeira fase do Programa de Segurança Sanitária (PSSA) na África Ocidental e Central, promovido pelo Banco Mundial, anunciou esta semana o Governo do arquipélago.
O objectivo “é assegurar a continuidade dos serviços essenciais de saúde antes, durante e após emergências sanitárias”, com base “nas lições aprendidas com a pandemia da covid-19 e nos progressos alcançados com o programa Programa de Reforço dos Sistemas Regionais de Vigilância das Doenças (Redisse)”.
O novo programa de segurança sanitária foi aprovado pelo conselho de administração do Banco Mundial em Dezembro de 2023 com um financiamento total de 500 milhões de dólares.
A primeira fase, que inclui os três países hoje anunciados, beneficia de um investimento de 178 milhões de dólares e inclui apoio técnico e financeiro à Organização Oeste-Africana da Saúde (OOAS) e à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
O trabalho no novo programa, segundo a Lusa, estará centrado em áreas-chave como a resistência antimicrobiana, a governação e a equidade em saúde.





