Cabo Verde Moçambique e São Tomé e Príncipe fora da final internacional do GMC 2022

Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe não vão participar na final internacional do Global Management Challenge (GMC) 2022, por falta de manifestação de interesse, anunciou o director da SOIK Investments, João Pereira. Á FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, João Pereira disse que tentaram manter contacto com Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe, mas…
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Á FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, o director da SOIK Investments, João Pereira, disse que tentaram manter contacto com Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe, mas não foram correspondidos.
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Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe não vão participar na final internacional do Global Management Challenge (GMC) 2022, por falta de manifestação de interesse, anunciou o director da SOIK Investments, João Pereira.

Á FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, João Pereira disse que tentaram manter contacto com Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe, mas não foram correspondidos. “Insistimos bastante até com Moçambique, mas, infelizmente, não foi possível. O mesmo aconteceu com Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Contávamos que realmente Moçambique pudesse cá vir, mas atrasaram-se na competição nacional. Portanto, não tem equipa para participar”, disse.

João Pereira, que falava à margem de uma conferência de imprensa, realizada esta semana, em Luanda, referiu que Cabo Verde ainda está muito incipiente em relação ao GMC, avançando que o arquipélago não promoveu a competição nacional este ano.

De acordo com o responsável, a final internacional do Global Management Challenge 2022, vai decorrer, pela primeira vez, na capital angolana, Luanda, de 25 a 27 de Setembro deste ano [2023].

João Pereira, questionado sobre o valor que será investido na competição internacional escusou-se a avançar detalhes, alegando que “a previsão é gastar algumas centenas de milhões de kwanzas e os países participantes vão custear as despesas inerentes ao alojamento e às viagens”.  

Segundo João Pereira, diferente da competição nacional, nesta competição internacional a organização não vai atribuir prémios monetários a equipa vencedora.

Por sua vez, o membro do júri e director do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola – UCAN, Manuel Alves da Rocha, prestigiou o facto de Angola ter sido escolhida para albergar a competição internacional, destacando ser de enorme relevância para o país.

“É uma oportunidade de os participantes provenientes do estrangeiro conhecerem melhor a realidade de Angola”, acrescentou o economista, questionando se houve uma intervenção no contexto do programa para que se possa perceber as diferenças em termos das organizações dos países e dos processos de desenvolvimento económico.

Nesta competição Internacional, vão participar as equipas vencedoras das competições nacionais realizadas em cada um dos países. Angola, por exemplo, será representada pela equipa ZÉNITE, do Instituto de Tecnologia de Informação e Comunicação (INSTIC), composta por três elementos, nomeadamente Elísio Pataca, Délcio de Almeida e Pedro Lungueki, que vai competir com equipas de Portugal, China, Rússia, Índia, Brasil, Espanha, Camarões, Togo, Benim, Azerbaijão, Estónia, Austrália e Macau.

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