Centro Camões anuncia fundos para financiar projectos da sociedade civil

Para apoiar projectos das organizações da sociedade civil em Angola, nas áreas da saúde e educação, o Camões – Centro Português da Cooperação anunciou que tem disponível fundos que variam entre 1,5 milhões de Kwanzas (cerca de 2.973 USD) e 3,5 milhões de Kwanzas (cerca de 6.939 USD). O concurso para a apresentação das propostas…
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Fundos vão beneficiar pequenos projectos em Angola, que variam entre 2.973 USD e 6.939 USD. Propostas devem ser apresentadas até ao dia 20 de Janeiro de 2023.
Cooperação

Para apoiar projectos das organizações da sociedade civil em Angola, nas áreas da saúde e educação, o Camões – Centro Português da Cooperação anunciou que tem disponível fundos que variam entre 1,5 milhões de Kwanzas (cerca de 2.973 USD) e 3,5 milhões de Kwanzas (cerca de 6.939 USD).

O concurso para a apresentação das propostas ao Fundo de Pequenos Projetos (FPP) 2022 está aberto até ao dia 20 de Janeiro do próximo ano, de acordo com um documento da instituição.

O regulamento, folheto e formulário de candidatura encontra-se disponível para ser descarregado na página LinkTree do Camões Angola (https://linktr.ee/camoesangola). Já as candidaturas, que devem ser remetidas com as informações da entidade proponente e um relatório de actividades recente, devem ser enviadas para o endereço eletrónico cooperacao.luanda@mne.pt; com o assunto “Apresentação de proposta ao Fundo de Pequenos Projetos 2022”.

O documento dá ainda conta que o Centro Português da Cooperação avalia as propostas, cuja duração não deverá ultrapassar o período de implementação de um ano, de acordo com a sua relevância, impacto, sustentabilidade, localização geográfica, visibilidade e angariação de outras parcerias, que concorram para reforçar a implementação da ação/projecto.

“O objetivo é dar resposta a iniciativas que, pelo seu cariz e pequena dimensão em termos orçamentais, não sejam consideradas para outro tipo de apoios institucionalizados, no quadro da Cooperação Portuguesa ou de outros parceiros de desenvolvimento. As acções devem estar alinhadas com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030)”, refere o documento citado pela Lusa.

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