Chefes militares da CPLP reunidos em Bissau em busca de convergência de visões

Os chefes das Forças Armadas da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) encontram-se reunidos em Bissau, entre hoje e Terça-feira, num encontro que o ministro guineense da Defesa espera permitir “reflexões e convergência de visões”. No discurso de abertura do seu 25.º encontro, que decorre numa unidade hoteleira de Bissau, Nicolau dos Santos, deu…
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Ministro guineense da Defesa da Guiné-Bissau, Nicolau dos Santos, sublinha que, no âmbito da globalização, os países são confrontados com desafios antes inimagináveis motivados pela geopolítica.
Economia

Os chefes das Forças Armadas da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) encontram-se reunidos em Bissau, entre hoje e Terça-feira, num encontro que o ministro guineense da Defesa espera permitir “reflexões e convergência de visões”.

No discurso de abertura do seu 25.º encontro, que decorre numa unidade hoteleira de Bissau, Nicolau dos Santos, deu as boas-vindas aos Chefes de Estado-Maior das Forças Armadas da CPLP, fazendo votos para que “a chama histórica” continue a unir os nove países da comunidade.

“Sintam-se em casa porque é uma casa onde, afinal, em português nos entendemos”, disse o ministro guineense da Defesa que elencou os objectivos da reunião.

Nicolau dos Santos observou que o encontro de Bissau deve servir para “reflexão e convergência de visões” que permitam uma maior aproximação entre os países, dando “mais eficácia” às Forças Armadas nas suas missões.

Entre as missões, o governante guineense destacou a promoção de acções que visem garantir a segurança e a estabilidade dos países da comunidade lusófona.

Nicolau dos Santos sublinhou que, no âmbito da globalização, os países são confrontados com “desafios antes inimagináveis” motivados pela geopolítica e a estratégia.

“Testemunhamos um quadro de blocos de nações de interesses antagónicos e a expansão de extremismo religioso e político cujas consequências vêm afectando sobremaneira a vida social económica das populações”, notou o ministro guineense da Defesa.

Nicolau dos Santos, diz a Lusa, defendeu que perante este cenário as Forças Armadas “são chamadas a desempenhar um papel primordial” nas tarefas da manutenção da paz, segurança e estabilidade tanto a nível dos respectivos países como no plano internacional.

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