Colômbia pede ajuda de Moçambique junto das Nações Unidas

Colômbia pediu o apoio de Moçambique junto da Organização das Nações Unidas (ONU), para avançar no reconhecimento dos direitos humanos e dos direitos das pessoas de ascendência africana em todo o mundo, solicitou a vice-presidente da Colômbia, Francia Márquez, após se reunir com a primeira-ministra moçambicana, Maria Benvida Levi, no âmbito da visita de trabalho…
ebenhack/AP
Vice-presidente colombiana, Francia Márquez disse que Colômbia e Moçambique assumiram compromissos para cooperar na área da promoção da paz, educação e género, incluindo avançar com intercâmbios no desenvolvimento económico e agricultura.
Cooperação Economia

Colômbia pediu o apoio de Moçambique junto da Organização das Nações Unidas (ONU), para avançar no reconhecimento dos direitos humanos e dos direitos das pessoas de ascendência africana em todo o mundo, solicitou a vice-presidente da Colômbia, Francia Márquez, após se reunir com a primeira-ministra moçambicana, Maria Benvida Levi, no âmbito da visita de trabalho de dois dias que efectua aquele país.

“Esta é uma dívida ainda devida à população afrodescendente no âmbito do sistema das Nações Unidas e queremos avançar em direcção a esse objectivo”, afirmou a governante.

Nas mesmas declarações, a responsável disse que Colômbia e Moçambique assumiram compromissos para cooperar na área da promoção da paz, educação e género, incluindo avançar com intercâmbios no desenvolvimento económico e agricultura.

Para cimeira agrária sobre soberania alimentar e fim da fome a ter lugar naquele país da América do Sul, no próximo ano, Francia Márquez convidou Moçambique a participar do evento.

A primeira-ministra de Moçambique, diz a Lusa, considerou “histórica” visita da vice-presidente da Colômbia, referindo que os dois países querem fortalecer as relações de cooperação em vários domínios.

“Tanto a Colômbia como Moçambique enfrentam desafios relacionados com a estabilidade politica, com a existência de conflitos intermitentes, com os desafios da integração das pessoas envolvidas nos diferentes conflitos sucessivos”, disse Maria Benvida Levi, no fim do encontro.

Mais Artigos