A Companhia Eléctrica da Guiné Equatorial (SEGESA) exige que as 70 empresas estatais e as entidades autônomas paguem pela electricidade, já que as mesmas não pagam pela electricidade, apesar de receberem subsídios do Estado.
O director-geral da SEGESA, Daniel Nguema Minang Ntang, explicou as dificuldades financeiras que a inadimplência está causando à empresa. Segundo Daniel Nguema Minang Ntang, a falta de pagamento por parte dessas entidades impacta directamente as finanças da SEGESA e limita sua capacidade de garantir um fornecimento estável de energia eléctrica à população.
Para o vice-Presidente da Guiné Equatorial, Nguema Obiang Mangue, é inaceitável que instituições financiadas pelo Tesouro Público não estejam cumprindo suas obrigações básicas, especialmente quando muitas delas não estão gerando o retorno esperado para o Estado, considerando essa situação não afecta apenas a estabilidade financeira do sector eléctrico, mas também impacta a qualidade do serviço prestado aos cidadãos.
O governante anunciou que nos próximos dias convocará as empresas paraestatais e entidades autônomas envolvidas, para que possam apresentar detalhadamente sua situação financeira e justificar os atrasos acumulados, isto para esclarecer a extensão dos atrasos nos pagamentos e adotar as medidas correctivas necessárias.
No entanto, de acordo com um comunicado publicado no Website do Governo guineense, está em curso uma manutenção abrangente em algumas áreas; por isso, Nguema Obiang Mangue recomendou que a SEGESA melhorasse a comunicação com o público para que este fosse prontamente informado de quaisquer interrupções ou trabalhos de manutenção.





