CPLP admite envio de delegação à Guiné-Bissau

O Presidente de São Tomé e Príncipe, que preside actualmente à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), admitiu a possibilidade de a organização enviar uma delegação à Guiné-Bissau, para "ajudar" a resolver a crise naquele estado-membro. Questionado pelos jornalistas, em Lisboa, sobre a possibilidade do envio de uma delegação da CPLP à Guiné-Bissau, Carlos…
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De acordo com Carlos Vila Nova, presidente em exercício da organização, caso se concluir necessário, a CPLP vai enviar uma delegação à Guiné-Bissau, para "ajudar a remediar" a situação política.
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O Presidente de São Tomé e Príncipe, que preside actualmente à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), admitiu a possibilidade de a organização enviar uma delegação à Guiné-Bissau, para “ajudar” a resolver a crise naquele estado-membro.

Questionado pelos jornalistas, em Lisboa, sobre a possibilidade do envio de uma delegação da CPLP à Guiné-Bissau, Carlos Manuel Vila Nova referiu que a organização continua a trabalhar e que “se chegar à conclusão de que o envio da delegação é uma forma de ajudar a resolver mais rapidamente o problema, optara por ela”.

“Mas também pode ser que, perante a evolução dos acontecimentos e a nossa análise, poderemos optar por uma outra solução”, acrescentou.

De acordo com a Lusa, esta foi a primeira vez que Carlos Vila Nova falou sobre o assunto e confirmou que a decisão seria tomada em função da evolução dos acontecimentos.

A presidência em exercício da CPLP já tinha apelado ao “respeito pelos princípios do Estado de Direito democrático e da separação de poderes” na Guiné-Bissau.

O Presidente em exercício da CPLP visitou, pela primeira vez, desde que assumiu aquele cargo, a sede da organização em Lisboa, onde foi recebido em sessão solene pelo secretário executivo, Zacarias da Costa, e pelos representantes permanentes dos Estados-Membros junto da organização.

São Tomé e Príncipe assumiu a presidência pro tempore da CPLP na XIV Conferência de Chefes de Estado e de Governo realizada em Agosto último. Na mesma cimeira ficou também decidido que a Guiné-Bissau seria o próximo país a assumir a presidência da organização.

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