Economista e cientista Lilhan Barbosa assume cadeira 77 da ABRASCI em Brasília

A economista, cientista e especialista em economia ambiental Lilhan Barbosa toma posse na cadeira número 77 da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (ABRASCI), um reconhecimento institucional de uma actuação pioneira que conecta a academia directamente às demandas reais do mercado e do território. Investigadora académica e referência em economia ambiental, Lilhan assume…
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Especialista diz que o ingresso na instituição centenária, entidade fundada em 1910 herdeira da Academia Brasileira de História, fortalece o intercâmbio técnico e científico entre o Brasil e países africanos (Angola, Namíbia e África do Sul).
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A economista, cientista e especialista em economia ambiental Lilhan Barbosa toma posse na cadeira número 77 da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (ABRASCI), um reconhecimento institucional de uma actuação pioneira que conecta a academia directamente às demandas reais do mercado e do território.

Investigadora académica e referência em economia ambiental, Lilhan assume a vaga na capital federal com o objectivo de integrar a pesquisa científica de ponta às dinâmicas de mercado da comunidade lusófona.

O ingresso da especialista em economia ambiental na instituição centenária consolida a diplomacia científica e fortalece a cooperação estratégica em ESG entre o Brasil e o continente africano.

De acordo uma nota, o ingresso na instituição centenária — entidade fundada em 1910 herdeira da Academia Brasileira de História — fortalece o intercâmbio técnico e científico entre o Brasil e países africanos (Angola, Namíbia e África do Sul).

Desde 2006, a economista utiliza Angola como base estratégica para conectar ecossistemas de inovação e pesquisa aplicada.

A especialista explica que a posse sela o compromisso de intensificar o intercâmbio de capital intelectual e investimentos bilaterais.

“A sustentabilidade não pertence a gabinetes isolados, ela ganha vida na integração entre a academia, o mercado e o território no espaço lusófono”, declarou Lilhan Barbosa.

A relevância institucional e estratégica desta posse destaca-se por diplomacia científica: consolidação de pontes académicas e técnicas indissociáveis entre a América Latina e o continente africano.

A actuação da nova académica fundamenta-se no rigor científico estruturado em três eixos de mercado na Economia Ambiental e de Baixo Carbono: Modelagem quantitativa para valoração de activos ecológicos, mitigação de riscos macroeconómicos globais e estratégias aplicadas de transição energética, Ciência de Dados e Auditoria: Desenvolvimento de matrizes de materialidade complexas e sistemas de auditoria ambiental baseados em evidências empíricas e métricas ESG transparentes e Socioeconomia Territorial: Diagnóstico de vulnerabilidades locais por meio de pesquisa metodológica avançada, garantindo inclusão socioeconómica  e justiça climática nas comunidades.

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