Empoderamento da mulher nas condições económicas e sociais exige a sua alfabetização, diz Noberta Garcia

O empoderamento da mulher nas condições económicas e sociais exige a sua alfabetização, aumento dos seus níveis de educação e instrução, defendeu há dias, em Luanda, a empresária e técnica de negociação de activos da Direcção de Estratégia Gestão e Portfólio (DEGP) da Sonangol, Noberta Garcia. “A maior participação das mulheres na política, na educação,…
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Segundo a empresária, Noberta Garcia, as mulheres constituem a maioria da população angolana, e é fundamental a sua inserção nas micro, pequenas e médias empresas.
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O empoderamento da mulher nas condições económicas e sociais exige a sua alfabetização, aumento dos seus níveis de educação e instrução, defendeu há dias, em Luanda, a empresária e técnica de negociação de activos da Direcção de Estratégia Gestão e Portfólio (DEGP) da Sonangol, Noberta Garcia.

“A maior participação das mulheres na política, na educação, na promoção do empreendedorismo feminino, na saúde reprodutiva e planeamento familiar possibilitará assunção da mulher nos papeis de liderança”, disse.

Falando à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA, à margem da 2ª Edição da Conferência Anual de Jovens Mulheres Empresárias de Angola, sob o lema “Mulheres na Vanguarda do Desenvolvimento Sustentável de Angola- Inclusão, Coesão e Expansão, Noberta considera que as mulheres constituem a maioria da população angolana e que é fundamental a sua inserção nas micro, pequenas e médias empresas.

Segundo a empresária, deve-se promover o empreendedorismo feminino, com base na formação técnico-profissional nos níveis básicos, médios, superiores e na atribuição de microcréditos.

“Ainda que na actualidade o número de mulheres empresárias nos vários domínios de actividade tenha aumentado em relação aos 20 anos atrás, continua sendo ínfimo comparado ao universo feminino angolano”, referiu.

Entretanto, Garcia relembrou que após a independência nacional, foram reforçados os direitos da mulher ao trabalho, à educação, à inserção e promoção na administração pública do Estado.

“A Constituição da República, o Código da Família, a Lei dos Crimes domésticos e outros Diplomas legais asseguram a igualdade de género abrindo caminho para a emancipação desta”, disse a representante da Sonangol.

Por outro lado, Noberta referiu que Angola tem potencialidades e um vasto território com mais de 35 milhões de hectares de terras aráveis, 1650 mil quilómetro de extensão marítima e tudo para dar certo.

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