Estudantes são-tomenses voltam a ter visto para China

A embaixada da China em São Tomé e Príncipe anunciou esta semana que voltou a aceitar pedidos de vistos para são-tomenses que pretendam estudar em universidades chinesas. Em comunicado, a representação diplomática do "gigante asiático" informa que a reabertura abrange tanto novos alunos como estudantes já matriculados em universidades da China, mas que até ao…
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Segundo um comunicado da embaixada chinesa em São Tomé e Príncipe, a reabertura abrange tanto novos alunos como estudantes já matriculados em universidades da China.
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A embaixada da China em São Tomé e Príncipe anunciou esta semana que voltou a aceitar pedidos de vistos para são-tomenses que pretendam estudar em universidades chinesas.

Em comunicado, a representação diplomática do “gigante asiático” informa que a reabertura abrange tanto novos alunos como estudantes já matriculados em universidades da China, mas que até ao momento estavam a acompanhar as aulas à distância. A embaixada referiu também que os familiares dos estudantes de São Tomé e Príncipe podem ainda solicitar vistos de “residência para acompanhante” ou de visita.

A China irá ainda permitir a entrada, “sem necessidade de requerer um visto”, a cidadãos são-tomenses titulares de cartão de viagem de negócios da Cooperação Económica Ásia-Pacífico. O objectivo desta medida, lê-se no comunicado citado pela Lusa, “promover o intercâmbio internacional de pessoal”.

O anúncio surgiu quatro dias depois de responsáveis da embaixada chinesa se terem reunido com jovens são-tomenses formados em universidades na China.

O Governo chinês tem concedido anualmente cerca de 50 bolsas de estudo a estudantes são-tomenses. Em Dezembro, São Tomé e Príncipe e China assinaram um acordo, no âmbito da iniciativa chinesa “Uma Faixa, Uma Rota”, que prevê a cooperação em áreas como as infra-estruturas, economia, comércio, cultura e formação de recursos humanos.

Desde 2020 que a China mantém as fronteiras fechadas à esmagadora maioria dos estudantes estrangeiros, devido à pandemia da Covid-19.

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