Exposição “as paisagens mudam de lugar” com mais de 50 obras de artistas lusófonos será inaugurada em Évora

A exposição “as paisagens mudam de lugar – obras da colecção da Fundação PLMJ”, com mais de 50 obras de artistas lusófonos será inaugurada no dia 28 de Fevereiro, no Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), em Évora. Segundo um comunicado da organização a que a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA teve…
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Com entrada livre, a mostra - que reúne nomes como João Queiroz, Pedro Calapez, Tito Mouraz e Virgínia Fróis - resulta de um convite da Fundação Eugénio de Almeida à Fundação PLMJ e ficará patente até 30 de Agosto.
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A exposição “as paisagens mudam de lugar – obras da colecção da Fundação PLMJ”, com mais de 50 obras de artistas lusófonos será inaugurada no dia 28 de Fevereiro, no Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), em Évora.

Segundo um comunicado da organização a que a FORBES ÁFRICA LUSÓFONA teve acesso, a exposição tem a curadoria de João Silvério e nasce de um convite da FEA e leva a Évora mais de 50 obras de artistas de diferentes países de língua portuguesa e propõe uma reflexão sobre a paisagem enquanto território em constante mudança, reunindo várias gerações, linguagens e temas contemporâneos.

“É uma oportunidade para descobrir mais sobre a colecção da Fundação PLMJ, num diálogo aberto entre arte, cultura e território”, lê-se no documento.

A exposição propõe uma reflexão sobre “a paisagem enquanto território em permanente transformação”, nomeadamente por José Chambel, Rosana Ricalde, Susana Gaudêncio, Vítor Ribeiro, Ana Pérez-Quiroga, Délio Jasse e Fernanda Fragateiro.

Este projecto, cujo título João Silvério tomou de empréstimo ao poeta eborense Manuel Gusmão, ressalta a nota, assenta numa visão do território como um corpo visual e social em permanente mudança, de certa forma como uma ideia poética de paisagem a partir da colecção de arte enquanto cenário de fundo e, ao mesmo tempo, agente transformador do universo cultural do projecto da Fundação PLMJ, neste momento com uma ligação ao território diversificado que é o Alentejo, mais especificamente a Évora.

“A exposição constitui-se como uma paisagem prospectiva que, seguindo a arquitetura do espaço, propõe diversas leituras sobre a ideia de mudança, que não se resume a diferentes técnicas e meios artísticos, assumindo com singular pertinência temáticas sobre núcleos e obras da colecção que expressam uma ideia de diferença, do feminino à justiça e à política, por exemplo”, indica o curador.

Para a Fundação Eugénio de Almeida, este projecto expositivo realizado em colaboração com a Fundação PLMJ reflete a relevância das parcerias estabelecidas com instituições de referência, resultando numa programação mais inclusiva, plural e abrangente, que garante a todos a oportunidade de fruir a arte atual e de participar activamente nos debates e inquietações que ela desperta na sociedade moderna.

Com entrada livre, a mostra – que reúne nomes como João Queiroz, Pedro Calapez, Tito Mouraz e Virgínia Fróis – resulta de um convite da Fundação Eugénio de Almeida à Fundação PLMJ e ficará patente até 30 de Agosto.

 

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