A extração de gás pela Sasol em Inhambane gerou 1.470 milhões de dólares ao Estado moçambicano e à petrolífera estatal Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH) ao longo de 11 anos.
De acordo com a apresentação anual das operações da petrolífera sul-africana em Moçambique aos jornalistas, realizada nos últimos dias na província de Inhambane, o Acordo de Produção Petrolífera (PPA) gerou mais de 670 milhões de dólares em impostos e ‘royalties’.
O montante pago pela Sasol até ao final de 2025 inclui Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRPC), Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRPS), IVA e imposto sobre a produção petrolífera.
Segundo a empresa, a participação da CMH, que detém 25% da concessão, resultou em mais de 800 milhões de dólares distribuídos neste período através da partilha da produção associada ao projecto.
A Sasol, diz a Lusa, indica ainda que a produção acumulada dos campos de Pande, Temane e Inhassoro atingiu 3.306,41 petajoules (PJ) até outubro de 2025, o equivalente a 79,48 mil milhões de metros cúbicos de gás.
Desse total, 3.278,66 PJ correspondem à concessão PPA, atualmente em fase de maturidade, após mais de 20 anos de operação. Este volume equivale a 78,81 mil milhões de metros cúbicos, ou 3,11 biliões de pés cúbicos.





