A Autoridade Tributária Federal brasileira obteve no ano passado um total de 345,6 mil milhões de dólares em receitas fiscais, representando um salto de 31,1% face aos impostos recolhidos em igual período de 2020, informou o organismo.
Trata-se do maior valor em impostos recolhidos dos últimos 36 anos, graças às cobranças de taxas efectuadas às grandes empresas e demais operadores dos mais variados sectores que actuam naquele gigante da América do Sul, o Brasil.
De acordo com o órgão fiscal, a receita fiscal do Governo central, excluindo taxas pagas aos estados e municípios, somou 328,7 mil milhões de dólares, perto de 2 biliões de reais, a moeda brasileira, e representa ainda um salto de 17,36% face ao ano de 2020.
Ainda a justificar o recorde nos impostos são apontados factores como o próprio crescimento da economia interna, que deverá saltar 4,5% em 2021, conforme as as últimas projecções.
Já em Dezembro do ano passado, a arrecadação de impostos no Brasil tinha totalizado 35,5 mil milhões de euros, um aumento de 10,76% face ao mesmo mês de 2020, ou seja, um outro recorde para aquele período.
A arrecadação de impostos no país sul-americano poderia ter sido maior no ano passado se não fossem as isenções fiscais concedidas pelo Governo para diferentes sectores empresariais, para ajudá-los a se recuperar em razão da pandemia.





