Fundação BAI de Angola com dois milhões de euros para projectos sociais em 2026

A Fundação BAI de Angola tem um orçamento de apoio a projectos sociais de mais de três mil milhões de kwanzas (cerca de dois milhões de euros) para o seu Plano de Actividades em 2026, segundo um comunicado enviado à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA. A administradora Executiva da Fundação, Tchissola Mosquito, citado no documento, referiu que…
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Administradora Executiva da Fundação, Tchissola Mosquito, disse que este é um valor muito digno para conseguirem trabalhar e pôr em prática as iniciativas, pois o valor vai ser investido nos pilares da educação, saúde, cultura e desporto.
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A Fundação BAI de Angola tem um orçamento de apoio a projectos sociais de mais de três mil milhões de kwanzas (cerca de dois milhões de euros) para o seu Plano de Actividades em 2026, segundo um comunicado enviado à FORBES ÁFRICA LUSÓFONA.

A administradora Executiva da Fundação, Tchissola Mosquito, citado no documento, referiu que o plano de actividades da fundação é de continuidade, expressando o compromisso da instituição em desempenhar um papel mais efectivo e significativo nas políticas de solidariedade social e mecenato cultural em Angola com foco nas comunidades.

A responsável destacou que para o ano de 2026 a Fundação BAI tem um orçamento de apoio a projectos sociais que incidam nas comunidades estimado em cerca mais de três mil milhões de kwanzas, valor este a ser investido nos pilares da educação com um orçamento total de dois mil milhões de kwanzas, saúde com 329 milhões de kwanzas, cultura com 612 milhões de kwanzas e desporto 221 milhões de kwanzas.

“Este é um valor muito digno para conseguirmos trabalhar e pôr em prática as nossas iniciativas. Temos o pilar da educação como pilar principal e é neste pilar que se desenvolvem todos os outros, ou seja, o pilar do desporto, da saúde e da cultura estão todos muito alicerçados no pilar da educação”, disse Tchissola Mosquito.

Para tal, perspectivou Mosquito, a Fundação BAI espera alcançar resultados satisfatórios em linha com os objectivos definidos, pretendendo alcançar 75 mil pessoas em 17 províncias, subvencionar mais de 300 horas de formação para os jovens, técnicos gestores e famílias, atribuir ainda 488 bolsas de estudos de mérito, assim como criar seis bibliotecas nas comunidades.

Indicou ainda que vão trabalhar na doação de 240 pares de óculos, construção de um sistema de água potável na aldeia de Nzambi no Uíge, a construção de uma escola de produção e ensino de Marimba em Malange, cinco residências artísticas de cinema com telemóveis, cinco exposições de artes em zonas suburbanas, quatro parcerias para a promoção do ténis de mesa, basquetebol, xadrez e desporto paraolímpico e a reabilitação de dois espaços para a prática de desporto.

“Apesar da complexidade dos fenómenos sociais, a Fundação está convicta que alcançado os resultados previstos, será possível contribuir para o aumento do acesso à educação, fortalecimento da cultura de leitura, e cidadania, redução das desigualdades sociais, aumento do acesso aos cuidados básicos, redução de casos de doenças evitais, aumento da participação cultural de jovens e famílias”, frisou a responsável da Fundação.

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