O ministro da Indústria e Comércio de Angola, Rui Miguêns de Oliveira, anunciou nesta Terça-feira, 23, a construção de um Centro de Convenções e Exposições, denominado, “Convex Mirabilis”.
Ao discursar na abertura da FILDA 2026, o ministro angolano apresentou a maquete da infra-estrutura moderna, projectada para reunir expositores de todo o continente.
Rui Miguêns de Oliveira disse que o projecto será desenvolvido pelo Ministério da Indústria e Comércio, com o objectivo de transformar Angola num pólo de referência para empresários africanos exibirem o melhor da sua produção.
“A iniciativa visa ainda garantir a integração do país na cadeia global de produção, transformação e comercialização de bensˮ, referiu o ministro, sem avançar detalhes orçamentais ou prazos, por se tratar de um plano em desenvolvimento.
O ministro defendeu que Angola deve consolidar-se como uma plataforma global de negócios, tecnologia e serviços.
“Estamos a trabalhar para que o centro seja uma realidade e a avaliar a melhor forma de avançar, eventualmente através de uma parceria público-privada, para que consigamos ter um espaço permanente de convenções”, garantiu Rui Miguêns de Oliveira.
“Queremos tornar Angola o centro das exposições que permita que todos os países africanos venham mostrar aquilo que podem produzir, como se podem integrar numa cadeia global de produção, transformação e comercialização de produtos”, disse Rui Miguêns.
O governante salientou que, além de o futuro empreendimento vir a tornar-se num lugar onde os africanos poderão mostrar aquilo que são capazes de fazer, o Convex Mirabilis vai servir, também, para que os próprios empresários que actuam no mercado nacional apresentarem à África e ao resto do mundo os produtos da sua actividade.
“Essa vai ser a nossa futura casa, a casa das exposições comerciais da Angola. O país está colocado e tem perante si o desafio de se transformar num dos grandes impulsionadores do continente africano. Temos a condição, temos a energia e temos a vontade”, garantiu o governante.
Entretanto, o ministro não avançou a fonte de financiamento, valor da infra-estrutura, previsão do concurso público para a consignação da empreitada, a data da previsão para o arranque das obras, assim como o local para execução do projecto.
Ainda assim, a Forbes África Lusófona entrou em contacto com o Ministério da Indústria e Comércio, a fim de obter os referidos dados, mas sem sucesso.





