Governo brasileiro alarga validade de vistos de visitas aos angolanos

O Governo brasileiro pretende aumentar o prazo de validade dos vistos de visita concedidos aos cidadãos angolanos, passando de dois para cinco anos, a partir de 01 de Fevereiro. A decisão, segundo a imprensa brasileira, visa fortalecer os laços entre Angola e o Brasil e facilitar a mobilidade dos cidadãos angolanos, reduzindo a necessidade de…
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A decisão visa fortalecer os laços entre Angola e o Brasil e facilitar a mobilidade dos cidadãos angolanos, reduzindo a necessidade de pedidos frequentes de renovação por parte dos viajantes angolanos que se deslocam ao Brasil, segundo a imprensa brasileira.
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O Governo brasileiro pretende aumentar o prazo de validade dos vistos de visita concedidos aos cidadãos angolanos, passando de dois para cinco anos, a partir de 01 de Fevereiro.

A decisão, segundo a imprensa brasileira, visa fortalecer os laços entre Angola e o Brasil e facilitar a mobilidade dos cidadãos angolanos, reduzindo a necessidade de pedidos frequentes de renovação por parte dos viajantes angolanos que se deslocam ao Brasil por motivos de turismo, negócios ou visitas familiares.

O visto permite múltiplas entradas no Brasil durante o período de validade, mantendo um limite de permanência de 90 dias.

Os vistos de visita atribuídos a cidadãos de Angola tinham uma validade máxima de dois anos. Com o novo regime, os vistos passam a ser válidos por cinco anos, mantendo-se, no entanto, as regras relativas ao período máximo de permanência em território brasileiro por entrada.

O alargamento do prazo de validade enquadra-se no reforço das relações bilaterais entre Angola e o Brasil, países que mantêm laços históricos, culturais e económicos estreitos, e deverá facilitar as deslocações regulares entre os dois lados do Atlântico.

A mudança foi influenciada pela eliminação de vistos de turismo para 98 países por Angola desde 2023. A expectativa é que a medida reduza a quantidade de pedidos de visto em Luanda, que aumentaram significativamente após a pandemia, passando de cinco mil pedidos anuais para cerca de dois mil por mês.

As autoridades brasileiras não avançaram, para já, com alterações aos restantes requisitos para a concessão do visto, que continuam a ser tratados pelos serviços consulares do Brasil em Angola.

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