O Gabinete Provincial de Combate à Corrupção de Sofala (GPCCS), centro de Moçambique, abriu processo-crime contra escolas públicas da Beira, por cobranças ilícitas que são efectuadas nas instituições de valores a alunos e encarregados de educação.
Segundo a coordenadora do GPCCS, Saquina Jenga, têm um processo-crime que corre seus termos atinentes a essas cobranças ilícitas que são efectuadas nas escolas públicas para o pagamento de guarda “segurança das escolas”.
Entretanto, Jenga avançou que o processo está a ser iniciado, estando em segredo de justiça, pelo que não avançou mais detalhes ou o número de escolas da cidade da Beira visadas por estas cobranças ilícitas, alegadamente para pagamento da segurança das instituições de ensino.
A magistrada, de acordo a Lusa, fez saber que está em curso uma campanha que visa fortalecer a ligação entre a população e o sistema de justiça, em que se insere esta investigação, no âmbito dos primeiros 100 dias de governação, após as eleições gerais moçambicanas de Outubro.