Guiné-Bissau mantém preço da castanha de caju

O Governo de transição da Guiné-Bissau fixou nesta Terça-feira o preço do quilograma da castanha de caju em 410 francos CFA (0,63 euros) na compra ao produtor e em 1.050 dólares (901 euros) a tonelada para exportação. O preço de referência para a nova campanha do principal produto económico da Guiné-Bissau fixado é o mesmo…
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Os preços foram fixados na reunião semanal do Conselho de Ministros orientada pelo Presidente de transição do país, general Horta Inta-a, na qual estiveram em análise as diretrizes para a campanha de comercialização da castanha de caju, principal produto agrícola e de exportação da Guiné-Bissau.
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O Governo de transição da Guiné-Bissau fixou nesta Terça-feira o preço do quilograma da castanha de caju em 410 francos CFA (0,63 euros) na compra ao produtor e em 1.050 dólares (901 euros) a tonelada para exportação.

O preço de referência para a nova campanha do principal produto económico da Guiné-Bissau fixado é o mesmo estipulado em 2025.

A campanha de comercialização da castanha guineense será aberta oficialmente esta Quarta-feira, em Bissau, numa cerimónia que contará com a presença do primeiro-ministro de transição, Ilídio Vieira Té.

Os preços foram fixados na reunião semanal do Conselho de Ministros orientada pelo Presidente de transição do país, general Horta Inta-a, na qual estiveram em análise as diretrizes para a campanha de comercialização da castanha de caju, principal produto agrícola e de exportação da Guiné-Bissau.

O Governo de transição determinou ainda que o preço de compra da castanha em Bissau, pelos chamados intermediários do negócio, será de 478 francos CFA (0,73 euros) por cada quilograma, de acordo com o comunicado final do Conselho de Ministros divulgado pela imprensa local.

O comunicado lido pelo porta-voz do Governo, Abduramane Turé, salienta o apelo do Presidente guineense de transição no sentido do reforço da vigilância da campanha que este ano decorrerá sob o lema: “tolerância zero ao contrabando da castanha do caju 2026”.

As autoridades guineenses denunciam, todos os anos, que existem sinais de contrabando da castanha de caju para países vizinhos, operações que consideram lesar o Estado em avultadas somas, que deixam de entrar nos cofres públicos como imposto.

Horta Inta-a, citado pela Lusa, afirmou querer que se faça da campanha de caju de 2026 “a derradeira oportunidade de valorização” do produto, para que as receitas a serem arrecadadas pelo Governo ajudem na melhoria das condições de vida dos guineenses.

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