Guiné-Bissau recebe 60 milhões de euros para combater malária, tuberculose e SIDA

A Guiné-Bissau vai dar início à uma ampla campanha de combate à malária, tuberculose e SIDA, graças a um financiamento de 60 milhões de euros disponibilizado pelo Fundo Mundial. O montante será distribuído ao longo dos próximos três anos, com o objectivo de implementar medidas abrangentes em todo o país, garantindo serviços gratuitos para a…
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O montante será distribuído ao longo dos próximos três anos, com o objectivo de implementar medidas abrangentes em todo o país, garantindo serviços gratuitos para a população.
Economia

A Guiné-Bissau vai dar início à uma ampla campanha de combate à malária, tuberculose e SIDA, graças a um financiamento de 60 milhões de euros disponibilizado pelo Fundo Mundial.

O montante será distribuído ao longo dos próximos três anos, com o objectivo de implementar medidas abrangentes em todo o país, garantindo serviços gratuitos para a população.

A malária continua a ser uma das principais preocupações de saúde pública, recebendo metade do financiamento disponível. O objectivo é contribuir para a erradicação da doença, também conhecida como paludismo. Nos últimos três anos, houve uma redução significativa na prevalência da malária na Guiné-Bissau, caindo de seis para três por cento.

De acordo com a Lusa, o financiamento – proveniente do Fundo Global de Combate à SIDA, Tuberculose e Malária – será gerido em colaboração com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

O lançamento oficial da iniciativa ocorreu durante um seminário de três dias em Bissau, que reuniu diversas entidades para discutir os desafios enfrentados pelo país em relação a estas três doenças.

Apesar dos progressos, a Guiné-Bissau enfrenta desafios significativos no combate à SIDA, com uma prevalência ainda considerável em comparação com os países vizinhos. Problemas estruturais e institucionais foram identificados na realização de testes, sendo priorizada a melhoria deste processo nos próximos três anos.

A tuberculose e a malária continuam a afectar especialmente as populações mais desfavorecidas, com a malária representando uma ameaça particularmente nas áreas rurais e insulares. No entanto, há sinais encorajadores, como a diminuição da incidência e o aumento do acesso ao tratamento e profilaxia.

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