Intellico já capacitou cerca de mil jovens angolanos em IA

A Intellico já formou cerca de mil jovens angolanos em Inteligência Artificial (IA), numa iniciativa que visa preparar quadros nacionais para responder às exigências da transformação digital e às novas necessidades do mercado de trabalho. A informação foi avançada, em Luanda, pelo presidente da comissão executiva da Intellico, Reinaldo Viriato, durante o Fórum Nacional de…
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Presidente da comissão executiva da Intellico, Reinaldo Viriato, considera que a capacitação de recursos humanos constitui um dos principais desafios para o desenvolvimento da inteligência artificial em Angola.
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A Intellico já formou cerca de mil jovens angolanos em Inteligência Artificial (IA), numa iniciativa que visa preparar quadros nacionais para responder às exigências da transformação digital e às novas necessidades do mercado de trabalho.

A informação foi avançada, em Luanda, pelo presidente da comissão executiva da Intellico, Reinaldo Viriato, durante o Fórum Nacional de Inteligência Artificial 2026 (FNIA26).

Segundo o gestor, a capacitação de recursos humanos constitui um dos principais desafios para o desenvolvimento da inteligência artificial em Angola, defendendo uma aposta contínua na formação da juventude e dos profissionais que pretendem utilizar tecnologias avançadas.

“A Inteligência Artificial é uma ferramenta indispensável para o futuro e precisamos preparar cada vez mais jovens para responder às novas exigências do mercado”, salientou.

Reinaldo Viriato explicou que a Intellico disponibiliza diferentes modalidades de formação, incluindo cursos presenciais, online, em regime e-learning e acções de sensibilização realizadas através dos órgãos de comunicação social, permitindo alargar o acesso ao conhecimento em todo o país.

O responsável esclareceu que os programas são dirigidos a qualquer cidadão interessado, independentemente da formação académica ou área profissional, desde que possua conhecimentos básicos de informática e noções elementares da língua inglesa.

De acordo com o PCE, a duração dos cursos varia em função do nível de especialização pretendido. As formações introdutórias são de curta duração, enquanto os programas profissionais podem estender-se por quatro ou cinco anos e culminar com certificações internacionais, apoiadas pela representação da empresa na Suíça.

Durante o evento, a Intellico levou cerca de 50 formandos para demonstrarem competências adquiridas nas áreas da inteligência artificial e das tecnologias emergentes, evidenciando o crescente interesse da juventude angolana pelo sector.

Apesar dos avanços registados, Reinaldo Viriato considerou que Angola ainda precisa acelerar a formação de especialistas e promover mais iniciativas de sensibilização para massificar o uso da inteligência artificial.

Na sua opinião, a realização de eventos como o Fórum Nacional de Inteligência Artificial constitui uma oportunidade para aproximar os jovens das novas tecnologias e criar uma base sólida de profissionais capazes de impulsionar a inovação, a produtividade e a competitividade da economia nacional.

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